Nova tendência nos mercados brasileiros evita que o consumidor seja passado para trás

Tecnologia começa a mudar a forma como preços são exibidos nos supermercados e traz mais segurança para quem faz compras

Layne Brito Layne Brito -
Nova tendência nos mercados brasileiros
(Foto: Captura de Tela)

Uma nova tecnologia vem ganhando espaço nos mercados brasileiros e promete trazer mais transparência para quem faz compras no dia a dia.

As etiquetas eletrônicas de preços, já comuns em países da Europa e da Ásia, começam a aparecer com mais frequência em supermercados do Brasil como uma forma de evitar erros e proteger o consumidor de cobranças indevidas.

Diferentemente das etiquetas de papel, que precisam ser trocadas manualmente, as versões eletrônicas são conectadas a sistemas digitais.

Isso permite que qualquer alteração de preço seja atualizada automaticamente e de forma simultânea nas prateleiras e nos caixas, reduzindo o risco de divergência entre o valor anunciado e o valor cobrado na hora do pagamento.

Na prática, a mudança ajuda a combater um problema antigo enfrentado pelos consumidores: encontrar um preço na gôndola e outro diferente no caixa.

Com as etiquetas eletrônicas, o valor exibido tende a ser o mesmo registrado no sistema do estabelecimento, o que diminui conflitos, reclamações e a sensação de que o cliente foi “passado para trás”.

Além da transparência, a tecnologia também facilita promoções e ajustes rápidos de preços, especialmente em períodos de alta inflação ou grande rotatividade de produtos.

Para os mercados, isso significa mais agilidade e menos trabalho manual. Para o consumidor, representa mais clareza e confiança na hora de comprar.

Especialistas em defesa do consumidor apontam que, embora a tecnologia não substitua a fiscalização, ela pode ser uma aliada importante no cumprimento das normas que garantem que o preço exibido seja respeitado.

Em caso de erro, a legislação continua assegurando que o cliente pague o menor valor anunciado.

Com a expansão desse modelo, a expectativa é que as etiquetas eletrônicas se tornem cada vez mais comuns no país, modernizando o varejo e reduzindo práticas que historicamente prejudicam quem está do outro lado do caixa.

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Layne Brito

Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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