Polilaminina: saiba por que nem todo paciente pode usar
Substância estudada para recuperação de movimentos exige critérios rigorosos e não é indicada para todos os pacientes

A possibilidade de recuperar os movimentos após uma lesão na medula apresenta um dos maiores desejos de quem convive com a enfermidade.
Nesse cenário, a polilaminina – proteína fundamental para o desenvolvimento do sistema nervoso – tem despertado atenção por seu potencial de contribuir para a recuperação total ou parcial dos movimentos do corpo.
Ainda assim, o tratamento não é indicado para todos os casos. Embora seja vista como uma esperança dentro da medicina regenerativa, a proteína possui restrições importantes.
Pacientes com lesões incompletas, por exemplo, não são considerados candidatos ideais para essa intervenção.
Nessas situações, parte das funções motoras ou sensitivas ainda está preservada.
A preocupação está relacionada à possibilidade de que uma intervenção inadequada comprometa funções já existentes.
Por isso, a avaliação médica é criteriosa e leva em conta o tipo e o grau da lesão antes de qualquer indicação.
O avanço das pesquisas reforça que a polilaminina pode representar uma alternativa promissora para determinados perfis de pacientes.
No entanto, especialistas destacam que o tratamento não é universal e exige análise individualizada, priorizando sempre a segurança e a preservação das capacidades já conquistadas.
Diante desse cenário, a polilaminina surge como um avanço relevante na busca por alternativas terapêuticas para lesões medulares, mas seu uso exige cautela.
A decisão sobre a aplicação da substância depende de avaliação técnica criteriosa, considerando riscos, benefícios e as particularidades de cada paciente.
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