Aos 2 anos, menina dos Estados Unidos com QI de 146 nomeia a tabela periódica e os 50 estados americanos e entra para a sociedade dos mais inteligentes do mundo
Especialistas acompanharam atentamente acontecimentos capazes de surpreender até profissionais experientes da educação infantil

A pequena norte-americana Kashe Quest chamou a atenção de especialistas ao ingressar na Mensa, associação internacional voltada a pessoas com alto desempenho em testes de inteligência, quando tinha apenas dois anos de idade.
Moradora de Los Angeles, ela obteve um quociente de inteligência (QI) de 146, resultado muito acima da média populacional.
Desde muito pequena, a criança demonstrou uma capacidade incomum de aprendizado, memorização e aplicação de novos conhecimentos.
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Segundo relatos da família, os primeiros sinais apareceram ainda antes dos dois anos. Com cerca de 17 meses, Kashe já reconhecia o alfabeto completo, números, cores e formas geométricas.
Pouco tempo depois, passou a identificar todos os 50 estados dos Estados Unidos no mapa, reconhecer os elementos da tabela periódica e iniciar o aprendizado do idioma espanhol.
A mãe, Sukhjit Athwal, educadora, começou a registrar o desenvolvimento da filha após orientação da pediatra, que percebeu que as habilidades apresentadas estavam muito acima do esperado para a idade.
Desenvolvimento incomum
O pai da menina, Devon Quest, afirma que a curiosidade é uma das principais características da filha. De acordo com ele, sempre que encontra algo desconhecido, Kashe busca entender o que é, como funciona e rapidamente passa a utilizar a nova informação.
Esse padrão de aprendizado chamou a atenção de especialistas em desenvolvimento infantil, que identificaram uma combinação rara de memória, compreensão e capacidade de aplicar o conhecimento adquirido.
A entrada na Mensa ocorreu após a avaliação do desempenho intelectual da criança, que atendeu aos critérios exigidos pela entidade, reservados às pessoas que alcançam pontuação entre os 2% mais altos em testes de inteligência reconhecidos.
Especialistas destacam, no entanto, que crianças com altas habilidades também precisam de acompanhamento adequado para estimular o desenvolvimento cognitivo, emocional e social, garantindo que o potencial seja trabalhado de forma equilibrada ao longo da infância.
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