Adeus, colchão de mola: nova opção mais confortável para dormir vira tendência nos quartos em 2026, segundo especialistas do sono

Mudança na escolha do colchão acompanha a busca por noites mais tranquilas, melhor adaptação ao corpo e menos desconforto ao acordar

Layne Brito -
Adeus, colchão de mola
(Foto: Reprodução)

Dormir bem depende de diversos fatores, como temperatura, iluminação e rotina. No entanto, o colchão continua sendo um dos elementos que mais influenciam o conforto durante a noite.

Por muitos anos, os modelos de mola dominaram os quartos brasileiros.

Agora, uma alternativa que se adapta ao formato do corpo ganha espaço entre consumidores que buscam mais estabilidade e menor transferência de movimentos.

Trata-se do colchão de espuma viscoelástica, material popularmente conhecido como espuma da memória.

Sensível ao calor e à pressão, ele acompanha as curvas do corpo e distribui o peso de maneira mais uniforme.

Por que a espuma viscoelástica ganha espaço

A principal característica desse modelo é a capacidade de se moldar ao corpo.

Isso pode reduzir pontos de pressão em regiões como ombros, quadris e lombar, sobretudo entre pessoas que dormem de lado.

Outro diferencial aparece nas camas de casal. Como a espuma absorve parte dos movimentos, virar de lado ou levantar durante a madrugada tende a incomodar menos quem dorme ao lado.

Além disso, a ausência de molas evita ruídos e diminui a sensação de balanço comum em alguns colchões tradicionais.

colchão de espuma viscoelástica

(Foto: Reprodução)

Atenção antes de trocar o colchão

Nem todos os modelos oferecem a mesma experiência.

A densidade, a espessura e o nível de firmeza precisam ser compatíveis com o peso, a posição de dormir e a preferência de cada pessoa.

Algumas espumas também podem reter mais calor.

Por isso, modelos com camadas respiráveis ou tecnologias de ventilação tendem a ser mais confortáveis em regiões quentes.

Antes da compra, vale experimentar o colchão e verificar o período de teste oferecido pela fabricante.

A troca também não deve ser encarada como solução para dores persistentes, que precisam de avaliação profissional.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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