WhatsApp Plus: quanto custa e quem vai precisar pagar para usar
Plano pago do mensageiro entra em testes e mira personalização, mas funções centrais seguem grátis para a maioria dos usuários

O WhatsApp começou a testar uma assinatura opcional chamada WhatsApp Plus, mas isso não significa que todos os usuários da versão normal serão cobrados. Até agora, o que se sabe é que o recurso apareceu para um grupo restrito de pessoas na versão beta do aplicativo, sem anúncio oficial de lançamento global pela Meta.
Na prática, o WhatsApp comum continua vigente e gratuito. O aplicativo segue sendo oferecido gratuitamente, com mensagens e chamadas protegidas por criptografia de ponta a ponta, como já descrevem os canais oficiais da plataforma. O possível plano pago seria apenas uma camada extra de personalização e organização.
Entre os recursos vistos nos testes estão a possibilidade de fixar até 20 conversas no topo da tela, usar figurinhas animadas exclusivas, aplicar novos temas e ícones ao app, ativar toques especiais e expandir configurações personalizadas para listas de conversas. Como tudo isso foi identificado em ambiente beta, ainda existe a chance de mudanças antes de uma liberação mais ampla.
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Sobre preço, os indícios apontam para cobrança mensal de € 2,49 em parte da Europa e de 29 pesos mexicanos no México. Esses valores, porém, apareceram em telas de teste e não foram confirmados pela Meta como tabela oficial para todos os países. Também não há, até o momento, previsão pública de lançamento no Brasil.
Dessa forma, o título já tem uma resposta objetiva: o WhatsApp Plus deve custar um valor mensal ainda em testes, e só vai pagar quem quiser acessar funções extras. Para quem usa o aplicativo apenas para conversar, fazer ligações e trocar arquivos, nada muda por enquanto. O cenário mais prudente, hoje, é tratar o Plus como uma aposta da Meta em receita adicional, ainda em fase de avaliação.
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