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Roberto e secretária de Educação anunciam dia do retorno das aulas presenciais

Segundo Eerizania Freitas, essa decisão tem apoio majoritário da comunidade escolar. Atualmente, Anápolis tem cerca de 35 mil alunos distribuídos em quase 100 escolas e creches do município

Denilson Boaventura Denilson Boaventura -
Alunos da Escola Municipal Belisária Correia de Faria posam para foto após a inauguração da quadra poliesportiva. (Foto: Portal 6)

A inauguração da quadra poliesportiva da Escola Municipal Belisária Correia de Faria, no Jardim das Américas, nesta terça-feira (20), também serviu para o anúncio da volta às aulas presenciais na rede.

O retorno ocorrerá em 09 de agosto após muita discussão com diversos agentes públicos e resistência por parte de sindicatos e de profissionais da educação.

Atualmente, Anápolis tem cerca de 35 mil alunos distribuídos em quase 100 escolas e creches do município.

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Desde a chegada da pandemia no ano passado, eles estão longe das salas de aula. Com o vínculo praticamente perdido, a evasão chegou a 10% e isso ligou o alarme da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

O Conselho Tutelar ajudou a descobrir o porquê. Além da vulnerabilidade econômica, verificou-se que muitas famílias não tinham meios para se conectar às aulas. Um esforço de entrega das atividades nas casas dos estudantes foi empreendido pela pasta, reforçando a necessidade da abertura das escolas.

Titular da Semed, Eerizania Freitas, egressa da Secretaria de Desenvolvimento Social na primeira gestão Roberto Naves (PP), garante que os protocolos sanitários serão seguidos.

O primeiro deles é que, inicialmente, as classes receberão diariamente apenas 30% dos alunos na sala – e de forma escalonada. Quem não estiver presencialmente na escola, poderá assistir as aulas de forma remota.

Para isso, a Seduc montou estúdios para a produção audiovisual e treinou professores para o ensino a distância.

É o que se pode fazer no momento, mas com o avanço da vacinação é real a perspectiva de ampliação do percentual de alunos em aulas presenciais.

Esse retorno, diz Eerizania, tem apoio majoritário da comunidade escolar. Uma sondagem feita pela pasta percebeu que 90% dos ouvidos querem as escolas funcionando.

Além de correr atrás do prejuízo pedagógico, a segurança alimentar de crianças e adolescentes é outra emergência apontada pela secretária.

Pelo menos até o final do semestre, os pais que preferirem manter os filhos apenas em casa não serão obrigados do contrário.

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