Fuja deles: 3 tipos de colega de trabalho que você deve manter distância

Convivência profissional exige atenção, pois alguns comportamentos podem prejudicar sua reputação, saúde emocional e crescimento na carreira

Layne Brito Layne Brito -
pessoas que devem ser evitadas no ambiente de trabalho
A convivência diária no trabalho exige atenção. Pequenos detalhes e atitudes podem fazer diferença no seu caminho profissional (Imagem: Reprodução)

O ambiente de trabalho não é feito apenas de tarefas, metas e resultados. Ele também envolve convivência diária, troca de informações e relações que, quando mal administradas, podem gerar problemas sérios ao longo do tempo.

Nesse contexto, saber identificar certos perfis é fundamental. Embora nem sempre pareçam perigosos à primeira vista, alguns colegas podem minar sua credibilidade, afetar sua produtividade e até comprometer seu futuro profissional.

Por isso, manter distância estratégica de determinados comportamentos pode ser uma decisão inteligente e preventiva.

1. O colega fofoqueiro

Esse tipo está sempre atento à vida alheia. Além disso, costuma transformar qualquer conversa em comentário maldoso ou especulação desnecessária. Embora pareça inofensivo, o fofoqueiro cria um ambiente tóxico e instável.

Enquanto hoje ele fala dos outros para você, amanhã pode falar de você para alguém. Por isso, quanto menos informações pessoais compartilhar, melhor será sua proteção.

2. O colega que leva crédito pelo trabalho alheio

Esse perfil é comum e extremamente perigoso. Ele participa pouco, mas aparece na hora de apresentar resultados. Além disso, sabe se posicionar bem diante de chefes e superiores.

Nesse caso, o prejuízo é direto. Seu esforço pode ser invisibilizado, enquanto outro cresce às suas custas. Assim, documentar entregas e manter comunicação clara é essencial.

3. O colega negativo e desmotivador

Esse tipo nunca vê solução, apenas problemas. Reclama da empresa, da liderança e das tarefas, contaminando o clima ao redor. Com o tempo, essa postura afeta até quem está motivado.

Além disso, a negatividade constante reduz o engajamento e pode prejudicar sua imagem profissional. Por isso, manter distância ajuda a preservar seu foco e energia.

No ambiente corporativo, convivência não significa proximidade total. Saber com quem compartilhar ideias, planos e frustrações é uma forma de autoproteção.

Assim, ao identificar esses perfis, a distância estratégica pode ser o melhor caminho para crescer com segurança.

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Layne Brito

Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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