Consultora imobiliária viraliza apontando os bairros ricos e pobres de Goiânia

Publicações geraram debates sobre critérios de avaliação da profissional: "não é sobre status"

Augusto Araújo Augusto Araújo -
Consultora imobiliária viraliza apontando os bairros ricos e pobres de Goiânia
Consultora imobiliária viralizou ao listar se setores em Goiânia são ou não bairros de rico. (Foto: Captura/instagram)

Uma consultora imobiliária viralizou nas redes sociais com uma sequência de publicações, na qual ela listava quais seriam os bairros ricos e pobres de Goiânia.

Na primeira postagem, Nayara Fernandez (@nayyfernandesz888) começa respondendo que o Setor Garavelo não é uma região de rico na capital.

Em sequência, questionada se o Jardim América é um bairro de rico, ela afirma que “muitos acham que sim, mas não”.

Depois, ela aponta que o Setor Pedro Ludovico e o Setor Sul não são regiões de riqueza na cidade, enquanto o Alto da Glória e o Setor Oeste são.

A publicação continua com diversos outros bairros de Goiânia sendo citados, se destacando o Parque Lozandes, o qual a consultora pontua: “muitos não conhecem, mas [é] rico”.

Por fim, ao ser questionada sobre a região do Alphaville e Jardins, Nayara dá ênfase: “rico, muito rico, rico, rico, rico rico”.

Nos comentários, houve quem discordasse das afirmações da profissional. “Setor Sul além de uma grande maioria ser rico , são famílias tradicionais e com menos atitudes emergentes”, disse um internauta.

Já outro comentou: “Onde Alto da Glória é rico? Só tem apartamento velho e pequeno lá”.

Não para por aí

Diante do sucesso da primeira publicação, que acumulou mais de 600 mil visualizações, a consultora fez uma segunda parte da listagem.

Dentre as respostas que mais se destacaram, Nayara afirmou que o Parque das Laranjeiras possui uma “boa qualidade de vida, mas não [é um bairro de rico].

Além disso, ela apontou que ainda tem “Muita coisa para acontecer” no Setor Serrinha, mas que a região ainda não é de rico.

Por fim, Nayara ressaltou uma polêmica sobre o Setor Jaó, tradicional região da cidade. “Já foi, mas hoje em dia não”.

Esse comentário da consultora gerou debate entre os seguidores, que defenderam a “riqueza” do bairro.

“Se o Jaó não é bairro de rico, eu não sei é de mais nada”, disse um, enquanto outro usuário foi mais incisivo: “O Jaó não é o Jardim atlântico sim, kkkkkkk que piada”.

Vale destacar que, na aba de comentários desse post, a consultora fez uma ressalva, explicando os critérios que ela utiliza para classificar as regiões: “Bairro rico não é sobre status. É sobre escassez, demanda e liquidez.”

 

 

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Augusto Araújo

Augusto Araújo

Jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás, é editor do Portal 6. Já atuou em veículos como o Jornal Opção e tem experiência em assessoria de comunicação. Apaixonado por esportes, preza pela apuração rigorosa, pela clareza na informação e pelo compromisso com o interesse público.

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