Quando assumiu Prefeitura em 2017, Roberto prometeu que sob comando dele Anápolis só não seria a 1ª do estado por não ser capital
Gestão do ex-prefeito, no entanto, foi tão desastrada que a cidade que ele governou por 8 anos não somente perdeu posto histórico para Aparecida de Goiânia, mas também Rio Verde que tem metade da população da outrora "Manchester goiana"

Em um discurso inflamado durante a posse em 2017, reproduzida pelo canal do Portal 6 no YouTube, o então prefeito de Anápolis, Roberto Naves, prometeu resgatar o orgulho da cidade e declarou que, sob seu comando, “Anápolis só não é a primeira porque não é a capital do nosso estado”.
No entanto, oito anos depois, a realidade econômica do município contrasta duramente com a promessa do ex-gestor. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que Anápolis não apenas foi ultrapassada por Aparecida de Goiânia, mas também por Rio Verde, caindo para a quarta posição no ranking do PIB estadual.
A “era Naves”, que se encerrou com um cenário de estagnação, deixou um legado de questionamentos sobre a capacidade do ex-prefeito em manter a relevância econômica da cidade.
A derrocada de Anápolis se torna ainda mais evidente ao se analisar os números. Enquanto a cidade registrou um PIB de R$ 20,4 bilhões em 2023, Rio Verde, que tem a metade da população, alcançou R$ 22,3 bilhões, consolidando a ultrapassagem que já havia ocorrido em 2022.
O golpe final veio de Aparecida de Goiânia, que saltou para a terceira posição com um PIB de R$ 20,9 bilhões.
A outrora “Manchester Goiana”, conhecida por sua força industrial e logística, viu sua economia crescer em um ritmo anêmico, perdendo competitividade e ficando para trás em comparação com seus pares, que enriqueceram de forma mais acelerada.
O resultado desastroso da gestão de Roberto Naves reflete diretamente na qualidade de vida da população e na capacidade de geração de emprego e renda em Anápolis.
A promessa de levar a cidade ao topo do estado se transformou em uma queda vertiginosa, que impõe um desafio gigantesco para o futuro do município.
A perda de relevância econômica, consolidada durante os oito anos de seu governo, mostra que a administração do ex-prefeito não apenas falhou em cumprir promessas, mas também contribuiu ativamente para o declínio de uma das cidades mais importantes de Goiás.
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