Travestis negam que extorquiram motorista de aplicativo em Anápolis e revelam que ele “queria algo a mais”
Envolvidas afirmam que encontro foi consensual e que denúncia não condiz com o que de fato aconteceu

Duas travestis acusadas por um motorista de aplicativo de extorsão e abuso sexual em Anápolis negaram as acusações e afirmaram que o encontro ocorreu de forma consensual.
O caso aconteceu na região da Calixtolândia e está sob investigação da Polícia Civil (PC).
Em entrevista ao Anápolis Notícias, as duas relataram que o motorista as procurou voluntariamente e que houve relações consensuais dentro do carro e, depois, em um motel.
Segundo elas, o homem demonstrava interesse em algo além do programa, incluindo gestos afetivos, como o chupão no pescoço, que teria sido feito a pedido dele.
As travestis confirmam que receberam R$ 300 via Pix, mas afirmam que, após um desentendimento provocado por uma ofensa, o motorista estornou o valor.
Com isso, a conta de uma delas teria sido bloqueada. Nervosas com a situação, elas dizem que acabaram retirando as roupas do homem e o deixando nu em via pública.
Já o motorista apresentou outra versão à polícia, afirmando que foi coagido, ameaçado e obrigado a manter relações sexuais.
Ele registrou boletim de ocorrência após o episódio.
A PC apura o caso e avalia as versões apresentadas. Caso fique comprovado que houve falsa comunicação de crime, o motorista poderá responder criminalmente.
As travestis afirmaram que também irão registrar ocorrência e buscar medidas judiciais.
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— Portal 6 (@portal6noticias) February 4, 2026
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