Rede de supermercado tem 11 lojas notificadas por vender alimentos estragados

Órgão de defesa do consumidor apura denúncias de produtos impróprios para consumo e determinou retirada imediata dos itens apontados pelos clientes

Layne Brito -
alimentos
(Foto: Divulgação/Procon)

Comprar comida deveria ser um ato simples e seguro. Para muita gente, a ida ao supermercado faz parte da rotina diária e envolve confiança na qualidade dos produtos expostos nas prateleiras.

Quando surgem denúncias de alimentos estragados, o problema deixa de ser apenas um transtorno e passa a representar risco à saúde pública.

Em Fortaleza (CE), a rede de supermercados Frangolândia teve 11 das 15 lojas notificadas após denúncias de consumidores sobre a venda de alimentos impróprios para consumo.

A fiscalização foi acionada para apurar as reclamações e determinou a retirada imediata dos itens apontados, além da abertura de procedimento administrativo para investigação das irregularidades.

As queixas relatadas envolvem produtos com sinais de deterioração, alteração de cheiro, aparência inadequada e possíveis falhas no armazenamento.

Consumidores apontaram problemas em setores variados, o que levou o órgão de defesa do consumidor a ampliar a apuração para várias unidades da rede.

Além do risco de intoxicação alimentar, casos desse tipo levantam questionamentos sobre controle de validade, conservação adequada e rotina de descarte de mercadorias.

Com a notificação, as unidades devem apresentar esclarecimentos e comprovar que adotaram medidas corretivas.

Dependendo da gravidade e do resultado das inspeções, a rede pode sofrer sanções administrativas, aplicação de multas e novas fiscalizações.

A análise das autoridades costuma incluir verificação de armazenamento, temperatura, higiene e manipulação dos alimentos.

Especialistas recomendam que consumidores observem atentamente prazos de validade, estado das embalagens, cheiro e aspecto dos produtos antes da compra.

Em caso de irregularidade, é importante registrar a situação e acionar os canais de denúncia para que a fiscalização possa agir rapidamente.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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