Tchau, RG: aeroportos passam a exigir nova Carteira de Identidade Nacional
Mudança vem para padronizar a identificação no país e promete reduzir fraudes; passageiros precisam ficar atentos para evitar contratempos no embarque

Por anos, o RG foi o documento “coringa” do brasileiro: servia para quase tudo, inclusive para embarcar em viagens sem muita burocracia. Mas a modernização dos sistemas de identificação e a busca por mais segurança contra fraudes estão mudando essa lógica, e quem costuma viajar precisa ficar atento para não ter surpresa na hora do check-in.
A partir de novas exigências em aeroportos, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) passou a ganhar protagonismo e começa a substituir o antigo RG em situações específicas, principalmente em embarques internacionais.
O novo documento usa o CPF como número único, válido em todo o país, e integra um padrão nacional de identificação que pretende reduzir inconsistências e facilitar a conferência de dados.
- Madrasta pode morar no imóvel até o fim da vida e herdeiros ficam só com a herança no papel, alerta advogada
- Havan escolhe a melhor cidade para se viver e vai ganhar mega loja com investimento de R$ 100 milhões e 200 empregos diretos
- CNH 2026: motoristas podem “apagar” 15 pontos na carteira em apenas um fim de semana
Na hora de embarcar para o exterior, o RG tradicional pode não ser mais aceito em determinadas situações, especialmente quando a identificação precisa seguir um padrão mais atual e padronizado.
Por isso, a orientação é que o passageiro verifique com antecedência se a viagem exige a CIN e, em caso de dúvida, não deixe para resolver em cima da hora.
Para voos dentro do Brasil, a CNH segue sendo aceita, e a rotina do viajante doméstico tende a sofrer menos impacto.
Ainda assim, a transição indica que o RG antigo está perdendo espaço como documento principal em ambientes que exigem conferência mais rígida.
O foco da nova identidade é unificar informações e tornar a validação mais segura. Com o CPF como número único, o cidadão deixa de ter diferentes números de RG dependendo do estado, o que facilita cruzamento de dados e reduz margem para duplicidades.
Além disso, a CIN acompanha a tendência de digitalização: ela pode ter versão digital vinculada a serviços do governo, ampliando o acesso e ajudando a centralizar documentos no ambiente online.
Quem já possui a nova identidade pode apresentar a versão física e, em alguns casos, utilizar a versão digital pelo aplicativo oficial do governo.
Mesmo assim, o ideal é não depender apenas do celular, já que bateria, conexão e acessos podem falhar em momentos decisivos.
Se você tem viagem internacional marcada, a recomendação é simples: confira quais documentos serão aceitos e, se necessário, providencie a CIN com antecedência.
O “tchau, RG” não significa que ele deixou de existir de uma hora para outra, mas que a troca já começou e aeroportos estão entre os primeiros lugares onde isso se torna regra.
Siga o Portal 6 no Google News e fique por dentro de tudo!







