Clínica de Goiânia se pronuncia após morte de mulher que fez procedimento estético com PMMA
Instituto de Longevidade, onde a intervenção foi realizada, afirma que paciente tinha doenças pré-existentes e nega ligação direta entre a aplicação e a morte

A clínica onde foi realizado o procedimento estético que antecedeu a morte de Isabel Cristina Oyama Jacinto Gonzaga, de 59 anos, se pronunciou sobre o caso nesta segunda-feira (09).
Em nota, o Instituto de Longevidade, localizado no Setor Marista, em Goiânia, afirmou que não há relação direta entre o procedimento realizado e a morte da paciente.
A vítima, Isabel Cristina Oyama Jacinto Gonzaga, de 59 anos, morreu no último domingo (08), após apresentar uma série de complicações semanas depois de realizar um tratamento estético.
Segundo a clínica, a paciente possuía condições de saúde pré-existentes, incluindo diabetes mellitus, hipertensão arterial e fazia terapia de reposição hormonal.
De acordo com o posicionamento, essas condições poderiam ter influenciado na evolução do quadro clínico.
Ainda conforme a nota, durante um atendimento relacionado ao tratamento estético, a paciente apresentou um episódio de sangramento na região submetida ao procedimento, situação que teria sido prontamente atendida pela equipe médica.
O instituto afirmou que foram prescritos medicamentos e que os registros médicos indicariam que os procedimentos realizados não teriam ligação direta com o desfecho fatal.
A clínica também informou que a conduta da médica responsável pelo atendimento será analisada internamente.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil (PC), que apura as circunstâncias da morte e eventual relação com o procedimento estético realizado.
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