Países onde brasileiros não são mais bem-vindos, mesmo com passaportes válidos
Conflitos, regimes rígidos e burocracia dificultam a entrada de turistas do Brasil em diversos destinos

Mesmo com um dos passaportes mais aceitos do mundo, brasileiros ainda enfrentam dificuldades para entrar em alguns países. Em certos destinos, fatores como instabilidade política, regras rigorosas e burocracia acabam afastando turistas, mesmo quando toda a documentação está em dia.
As informações foram divulgadas pelo jornalista José Adryan e mostram que o acesso internacional depende de muito mais do que apenas um passaporte válido.
Destinos com risco e instabilidade
Alguns países não proíbem oficialmente a entrada de brasileiros, mas apresentam riscos elevados que desestimulam qualquer tipo de viagem.
- Essa cidade no interior de Goiás é maior que muitos países da Europa e possui lago artificial com maior volume de água do Brasil
- A maior praia artificial da América do Sul fica somente a 200 km de Goiânia
- Cidade considerada a melhor para viver no Brasil vira destino de brasileiros em busca de qualidade de vida
É o caso do Afeganistão, que vive sob conflitos constantes e forte presença de grupos extremistas. Assim, apesar da possibilidade de visto, autoridades internacionais recomendam evitar o destino.
Na África, a Somália também aparece como um dos locais mais perigosos, com registros de violência e atuação de milícias. Já a Eritreia enfrenta críticas por seu regime autoritário e dificuldades diplomáticas.
Países com regras rígidas e controle extremo
Outros destinos permitem a entrada de turistas, mas impõem restrições severas.
A Coreia do Norte é um exemplo. O país só aceita visitantes por meio de excursões oficiais e com controle total do governo. Além disso, turistas não podem circular livremente e precisam seguir regras rígidas durante toda a estadia.
O Butão também limita o turismo, mas por outro motivo. O país exige a contratação de pacotes completos com agências autorizadas, além de taxas elevadas. Dessa forma, o acesso fica restrito a um perfil específico de viajante.
Burocracia dificulta a entrada
Em alguns casos, o principal obstáculo não é o risco, mas a burocracia.
O Paquistão, por exemplo, exige uma série de documentos adicionais, como carta-convite, além do visto tradicional. Além disso, a ausência de consulados em várias regiões dificulta ainda mais o processo.
Já países como Nauru e Kiribati enfrentam outro problema: o isolamento. Com poucos voos e pouca estrutura turística, a viagem se torna complexa e cara.
Passaporte não garante acesso total
Embora o passaporte brasileiro permita entrada em mais de 100 países, ele não garante acesso automático a todos os destinos.
Fatores como segurança, decisões políticas e exigências administrativas influenciam diretamente na liberação de entrada.
Assim, mesmo com documentação regular, brasileiros podem enfrentar restrições ou dificuldades em determinados países.
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