Por que as estradas têm faixas brancas e amarelas: entenda a diferença entre elas

Faixas no asfalto orientam motoristas em segundos e ajuda a evitar dúvidas em trechos de ultrapassagem, mudança de faixa e circulação

Gustavo de Souza -
Por que as estradas têm faixas brancas e amarelas: entenda a diferença entre elas
(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Quem dirige por rodovias, avenidas ou ruas movimentadas costuma passar por várias faixas no asfalto sem prestar muita atenção. Elas parecem simples detalhes da pista, mas funcionam como uma linguagem rápida para orientar o trânsito.

Essas marcações fazem parte das normas brasileiras de trânsito e ajudam a organizar fluxos, indicar limites de circulação e reforçar regras de segurança.

O que as cores indicam

Nas linhas longitudinais, a cor amarela costuma aparecer quando há fluxos de veículos em sentidos opostos. É o caso de muitas rodovias de pista simples, onde motoristas seguem em direções contrárias separados pela marcação central.

Por isso, ao ver uma linha amarela no eixo da pista, o condutor deve entender que o trecho exige atenção redobrada. O amarelo também pode aparecer em outras situações, como áreas de proibição de estacionamento ou marcação de obstáculos.

Já a cor branca é usada, principalmente, para separar fluxos no mesmo sentido. Ela aparece entre faixas de uma mesma avenida, em rodovias duplicadas, faixas de pedestres, linhas de retenção, setas, símbolos e legendas no pavimento.

O traçado também importa

Além da cor, o motorista precisa observar o formato da linha. Quando a marcação é contínua, ela pode indicar proibição de ultrapassagem, mudança de faixa ou transposição naquele ponto.

Quando a linha é tracejada, a manobra pode ser permitida, desde que exista segurança. Isso significa avaliar visibilidade, velocidade da via, tráfego no sentido contrário e demais placas instaladas no trecho.

Entender essa combinação torna a leitura da estrada mais segura. Em poucos segundos, a pintura no asfalto informa onde é preciso manter a posição, onde há risco maior e quando uma manobra deve ser evitada.

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Gustavo de Souza

Estudante de jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG) e repórter do Portal 6.

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