Comunicado geral para quem tem casas com mais de 10 anos de construção
Imóveis mais antigos exigem atenção redobrada com estrutura, elétrica e infiltrações para evitar prejuízos e riscos à segurança da família

Quem mora em casas com mais de 10 anos de construção precisa ficar atento a pontos que, com o tempo, podem virar dor de cabeça e gerar gastos altos.
Mesmo quando o imóvel parece estar bem por fora, é comum que alguns problemas comecem a aparecer aos poucos, como infiltrações, falhas na parte elétrica e desgaste em telhados e encanamentos.
Um dos primeiros sinais de alerta costuma ser a presença de manchas nas paredes, mofo, teto estufado ou pintura descascando, o que pode indicar infiltração ou vazamentos escondidos.
Esse tipo de problema, quando ignorado, pode comprometer a estrutura e aumentar o risco de rachaduras e danos maiores.
Outro ponto que merece atenção é a parte elétrica. Em casas mais antigas, a instalação pode não suportar a quantidade de aparelhos usados atualmente, como ar-condicionado, chuveiros mais potentes, forno elétrico e micro-ondas.
Isso aumenta o risco de queda de energia, aquecimento de fios e até curto-circuito.
Também é importante conferir o telhado, calhas e ralos. Pequenos entupimentos ou telhas fora do lugar já são suficientes para causar infiltração no período de chuvas.
Nessa fase da casa, problemas com caixa d’água, bomba e tubulação também começam a surgir com mais frequência e costumam ser percebidos por conta de aumento na conta ou vazamentos inesperados.
A recomendação é que imóveis com mais de 10 anos passem por revisões periódicas, mesmo que simples, para evitar prejuízos e garantir segurança.
Uma vistoria preventiva pode sair muito mais barata do que uma reforma feita às pressas, especialmente quando o problema já atingiu partes essenciais da casa.
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