Além da aposentadoria, outro benefício vai dar direito a aumento para idosos em 2026

Valor do BPC sobe junto com o novo salário mínimo e pode reforçar a renda de quem vive em situação de vulnerabilidade

Gabriel Yuri Souto Gabriel Yuri Souto -
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(Foto: Arquivo/Agência Brasil)

Idosos que dependem de ajuda do governo para manter o básico em casa também terão um reajuste em 2026, além do aumento aplicado nas aposentadorias.

A partir de janeiro, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) passa a acompanhar o novo salário mínimo e será pago no valor de R$ 1.621 por mês.

O BPC é um benefício assistencial previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e voltado a pessoas que não conseguem garantir a própria subsistência.

Ele pode ser solicitado por idosos com 65 anos ou mais e também por pessoas com deficiência de longo prazo, desde que a renda familiar por pessoa seja menor que ¼ do salário mínimo.

Com o novo valor, o benefício terá o mesmo piso aplicado a outros pagamentos assistenciais ligados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), como algumas pensões especiais e a renda mensal vitalícia.

Mesmo pago pelo INSS, BPC não é aposentadoria

Apesar de cair na conta pelo INSS, o BPC não funciona como aposentadoria. Ele não exige contribuições anteriores, não dá direito a 13º salário, não gera pensão por morte e não pode ser acumulado com outros benefícios previdenciários.

A medida é considerada um reforço importante para famílias em situação de vulnerabilidade, já que o benefício é garantido como assistência social e acompanha diretamente o salário mínimo.

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Gabriel Yuri Souto

Gabriel Yuri Souto

Redator e gestor de tráfego. Especialista em SEO.

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