Adeus, grades nas janelas: nova opção é mais segura, não escurece a casa e deixa o ambiente mais elegante; vira tendência em 2026, segundo arquitetos

Solução usada em janelas e fachadas modernas amplia a entrada de luz natural, reforça a proteção e preserva a aparência dos imóveis

Gustavo de Souza -
Adeus, grades nas janelas: nova opção é mais segura, não escurece a casa e deixa o ambiente mais elegante; vira tendência em 2026, segundo arquitetos
(Foto: Ilustração/Indra Projects/Unsplash)

Durante décadas, as grades foram a escolha mais comum para reforçar janelas e portas. Agora, projetos residenciais buscam conciliar proteção, iluminação natural e fachadas visualmente mais leves.

A alternativa que ganha espaço em 2026 é o vidro laminado de segurança. O material é formado por duas ou mais chapas de vidro unidas por uma película resistente, geralmente produzida com PVB.

Como funciona a proteção

Quando ocorre uma quebra, a camada intermediária mantém os fragmentos presos e ajuda a preservar o fechamento do vão. Isso reduz o risco de ferimentos e dificulta a passagem imediata de uma pessoa.

Entretanto, o vidro não transforma a casa em um ambiente inviolável. O nível de proteção depende da composição, da espessura das chapas, da película utilizada, da esquadria e da instalação.

A solução pode ser aplicada em janelas, portas, fachadas, varandas e outros fechamentos. Por ser transparente, mantém a entrada de luz e evita o aspecto fechado provocado por grades metálicas.

Escolha exige avaliação técnica

A atualização da ABNT NBR 7199, publicada em 2025, ampliou e revisou os requisitos para aplicações de vidro na construção civil. Cada local da edificação exige um tipo de material e um sistema de fixação compatíveis com os riscos envolvidos.

Há ainda modelos com controle solar ou desempenho acústico. Algumas configurações podem reduzir a entrada de calor e de raios ultravioleta, enquanto outras ajudam a amenizar ruídos urbanos.

Antes de retirar as grades, a orientação é consultar arquiteto, engenheiro ou profissional especializado. A troca deve considerar o tamanho do vão, a exposição ao impacto e as normas técnicas, e não apenas a aparência.

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Gustavo de Souza

Estudante de jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG) e repórter do Portal 6.

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