
Aricka Cunha


Também foi exigida a devolução integral da fiança de R$ 10 mil paga pela profissional, além da devolução do celular apreendido

Episódio também foi estopim para elaboração de portaria que proíbe delegados de efetuarem prisões em casos de envolvimento pessoal

Prisão teria sido motivada após a profissional criticar o arquivamento de uma ação na qual havia sido chamada de "loira idiota"

Zilmon rebateu informações sobre seu afastamento, assegurando que o procedimento foi concluído e que a profissional foi indiciada

Christian Zilmon, que atua em Cocalzinho, afirmou ainda que qualquer outro delegado poderia prender advogada

Decisão atendeu a pedido da OAB-GO, que alegou até mesmo que Christian Zilmon estava monitorando a casa e o escritório de Áricka Cunha com drones

OAB já formalizou a abertura de procedimentos internos e anunciou que representará contra o investigador por crime de abuso de autoridade
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