Advogada presa por delegado em escritório diz ter sido hospitalizada após repercussão do caso
Áricka Cunha afirmou que o corpo respondeu aos dias de “tensão, pressão e enfrentamento”

A advogada Áricka Cunha informou, na última sexta-feira (24), que precisou ser hospitalizada após a repercussão envolvendo a prisão dela dentro do próprio escritório, em Cocalzinho de Goiás.
Em vídeo publicado nas redes sociais, a profissional afirmou que o corpo respondeu aos dias de “tensão, pressão e enfrentamento” vividos desde o episódio.
Segundo Áricka, a internação foi uma decisão consciente para que pudesse se recuperar física e emocionalmente antes de retomar as atividades.
“Meu corpo infelizmente respondeu a tudo que eu vivi nos últimos dias”, declarou.
A advogada também afirmou que a pausa será temporária e reforçou que seguirá defendendo os próprios direitos, os direitos dos cidadãos e as prerrogativas da advocacia.
O caso ganhou repercussão estadual após Áricka ser presa no último dia 15 pelo delegado Christian Zilmon, que alegou ter sido difamado por críticas feitas por ela nas redes sociais.
Posteriormente, o Ministério Público de Goiás (MPGO) pediu o arquivamento do inquérito, entendeu que não houve crime e considerou a prisão ilegal.
A repercussão ainda resultou no afastamento do delegado das funções em Cocalzinho e na criação de nova norma interna da Polícia Civil (PC) para impedir que delegados atuem em ocorrências nas quais sejam parte interessada.
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