A valorização dos administrativos da educação
Há que se discutir possibilidades de maior valorização dessas carreiras ao longo do tempo, para potencializar sua atuação no atendimento aos cidadãos
A rede municipal de educação é composta por mais de 2.400 professores, além de mais de 1.000 técnicos, entre auxiliares de educação, agentes administrativos, auxiliares de serviços de higiene e alimentação e vigias.
Alguns desses profissionais entraram ainda antes da Constituição Federal de 1988, outros aportaram por meio de concurso público, que exigiam ensino fundamental completo ou ensino médio.
Sabe-se que muitos estudaram, concluíram curso superior, especializações lato sensu e até mestrados. A grande maioria não parou na escolaridade mínima exigida para a posse no cargo.
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Historicamente consolidamos um plano de carreiras que não contempla de maneira satisfatória os avanços acadêmicos desses grupos. Há ainda discussões sobre a atuação das auxiliares de educação, visto que desempenham atividades pedagógicas em sala de aula, mas que para todo o trato são configuradas como do campo administrativo.
Há que se discutir possibilidades de maior valorização dessas carreiras ao longo do tempo, para potencializar sua atuação no atendimento aos cidadãos. Sabemos que há condicionantes constitucionais e súmulas vinculantes, mas podemos para a próxima década realizar uma discussão técnica e segura sobre essas carreiras, visando valorização vertical e horizontal.
Marcos Carvalho é professor, psicólogo e servidor público federal. Atualmente vereador em Anápolis pelo Partido dos Trabalhadores. Escreve todas às terças-feiras. Siga-o no Instagram.






