China pode estar desenvolvendo soldados geneticamente modificados com superforça e resistência ao frio extremo para atuar em cenários de guerras nucleares
Suspeitas levantadas por analistas internacionais apontam para o uso de biotecnologia militar em estratégias de modernização das Forças Armadas chinesas, reacendendo alertas globais

Relatórios e análises de segurança no Ocidente voltaram a levantar suspeitas sobre possíveis avanços militares da China.
Segundo esses alertas, o país pode estar investindo em aprimoramento biológico com foco em aplicações militares.
De acordo com especialistas citados em análises internacionais, haveria pesquisas voltadas ao aumento da resistência física e da capacidade de sobrevivência de soldados. O objetivo seria permitir atuação em ambientes extremos.
Entre as possibilidades mencionadas estão maior tolerância ao frio intenso, à radiação e ao estresse físico prolongado.
Essas características ampliariam o desempenho em cenários considerados hostis para tropas convencionais.
Além disso, analistas avaliam que essas pesquisas estariam alinhadas à estratégia de Pequim de modernizar suas Forças Armadas. O governo chinês pretende alcançar um padrão considerado de classe mundial até 2049.
Apesar das preocupações, especialistas reforçam que não há confirmação pública de um programa ativo de modificação genética de soldados. As avaliações se baseiam em documentos estratégicos, tendências tecnológicas e análises de segurança.
Por outro lado, o debate ganhou força após a divulgação de relatórios oficiais dos Estados Unidos. Esses documentos apontam avanços rápidos da China no setor de biotecnologia militar.
Outro ponto sensível envolve a coleta em larga escala de dados genéticos. Investigações jornalísticas internacionais levantaram questionamentos sobre o uso dessas informações, embora empresas citadas neguem qualquer finalidade militar.
Especialistas em ética e segurança alertam que o avanço dessas tecnologias exige atenção internacional. Segundo eles, o uso de engenharia genética em contextos militares levanta dúvidas legais, morais e estratégicas.
Diante desse cenário, o tema segue no centro do debate global. Suspeitas, relatórios estratégicos e a disputa entre grandes potências mantêm o assunto em evidência.
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