Nunca entregue seus documentos fora do carro: o que fazer se o agente de trânsito pedir
Um pedido simples durante uma abordagem pode confundir o motorista e virar risco desnecessário se não houver atenção

Ser parado em uma blitz ou em uma fiscalização de rotina é algo comum, mas nem todo mundo sabe como agir do jeito certo quando o agente pede os documentos.
No nervosismo, muita gente sai do carro com CNH, documento do veículo e até carteira na mão, sem perceber que está se colocando em uma situação desconfortável.
O ponto é que documento não é apenas um papel. Ele tem seus dados pessoais e, em alguns casos, informações que podem ser usadas em golpes ou causar prejuízo se cair em mãos erradas.
Além disso, sair do carro segurando tudo pode aumentar o risco de perder itens, deixar algo cair na rua ou se distrair no momento em que deveria estar atento.
O jeito mais seguro é simples: manter a calma e resolver tudo com o motorista ainda dentro do veículo, com o carro parado e o vidro aberto apenas o necessário.
Se os documentos estiverem no porta-luvas ou no console, o ideal é avisar antes de pegar e fazer o movimento com tranquilidade, sem pressa.
Caso o agente peça para levar os documentos para fora do carro, a recomendação é responder com educação e perguntar se é possível entregar ali mesmo, pela janela. Em muitas abordagens, isso evita confusão e mantém você em uma posição mais segura, sem gerar discussão.
Outro cuidado que faz diferença é não entregar a carteira inteira junto com cartões e dinheiro. Muita gente faz isso no automático e só percebe depois que entregou mais do que precisava.
O ideal é separar CNH e documento do veículo antes, deixando tudo pronto para apresentar sem bagunça.
Também ajuda bastante ter os documentos em versão digital no celular, já que isso reduz o risco de esquecer ou perder os papéis. Hoje, muitos motoristas preferem essa opção justamente para evitar problemas em fiscalizações, principalmente quando estão longe de casa.
O mais importante é entender que o motorista não precisa agir de forma impulsiva. Dá para colaborar com a fiscalização sem se expor e sem transformar uma abordagem comum em um momento de tensão.
A verdade é que muita gente entrega documento no automático e só percebe depois o quanto isso pode ser arriscado, porque bastava manter a calma, ficar no carro e fazer tudo do jeito mais seguro possível.
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