Antes eram essenciais, hoje desapareceram: 10 profissões que ficaram no passado e não existem mais
Avanço da tecnologia, automação e mudanças no comportamento da sociedade fizeram com que ocupações comuns no passado deixassem de existir no dia a dia

O avanço da tecnologia não transformou apenas a forma como as pessoas vivem, mas também mudou profundamente o mundo do trabalho. Ao longo das décadas, diversas profissões que eram indispensáveis para o funcionamento das cidades acabaram desaparecendo.
Embora tenham sustentado famílias e movimentado a economia por muitos anos, essas ocupações foram substituídas por máquinas, sistemas digitais e soluções automatizadas. Dessa forma, o que antes era rotina passou a existir apenas na memória e nos registros históricos.
A seguir, confira 10 profissões que já foram essenciais e hoje não existem mais.
1. Despertador humano
Antes da popularização dos despertadores e, mais tarde, dos celulares, algumas pessoas eram contratadas para acordar trabalhadores. Elas batiam ou sopravam pequenas pedrinhas nas janelas para garantir que todos levantassem no horário correto.
Com o surgimento de alarmes mecânicos e eletrônicos, essa função rapidamente perdeu espaço.
2. Acendedor de poste
Quando a eletricidade ainda não iluminava as ruas, profissionais percorriam a cidade acendendo manualmente os lampiões instalados nos postes. No fim do dia, o mesmo processo acontecia para apagá-los.
Assim que a iluminação elétrica se tornou comum, essa profissão deixou de existir.
3. Ascensorista
Durante muitos anos, elevadores exigiam operação manual. Por isso, o ascensorista ficava responsável por conduzir o equipamento e selecionar os andares solicitados pelos passageiros.
Atualmente, poucos locais mantêm esse profissional, já que os sistemas automáticos assumiram a função.
4. Datilógrafo
Antes dos computadores, o datilógrafo tinha papel fundamental na produção de documentos. Ele digitava textos com rapidez e precisão em máquinas de escrever, transcrevendo informações importantes.
Com a popularização dos computadores e editores de texto, a profissão perdeu espaço.
5. Vendedor de enciclopédia
Antes da internet, enciclopédias representavam uma das principais fontes de informação. Por isso, vendedores iam de porta em porta oferecendo coleções completas para famílias e estudantes.
Hoje, buscadores online e plataformas digitais substituíram completamente esse modelo.
6. Arrumador de pinos de boliche
Nas pistas de boliche antigas, os pinos não se reorganizavam sozinhos. Assim, um profissional entrava na pista após cada jogada para recolocar os pinos manualmente.
Com a automação das pistas, essa função desapareceu.
7. Atendente de locadora
Antes dos serviços de streaming, locadoras de filmes faziam parte da rotina das cidades. O atendente cuidava dos aluguéis de DVDs, organizava prateleiras e ainda recomendava filmes aos clientes.
Com a mudança no consumo de entretenimento, essas lojas praticamente sumiram.
8. Lanterninha de cinema
Nos cinemas antigos, o lanterninha guiava o público até os assentos durante a sessão. Além disso, ele fiscalizava a sala para evitar barulhos e comportamentos que atrapalhassem o filme.
A modernização das salas e a mudança de hábitos tornaram a função obsoleta.
9. Telefonista
Antes da discagem direta, as ligações dependiam de telefonistas, que conectavam chamadas manualmente por meio de painéis cheios de fios.
Com o avanço da telefonia automática e, posteriormente, dos celulares, essa profissão foi extinta.
10. Fotógrafo lambe-lambe
Muito comum em praças e parques, o fotógrafo lambe-lambe registrava retratos e entregava a foto impressa na hora, usando câmeras artesanais.
Com a popularização das câmeras digitais e dos smartphones, a profissão praticamente desapareceu.
O futuro do trabalho em constante transformação
Essas profissões ajudam a entender como o trabalho acompanha as mudanças da sociedade. Enquanto algumas ocupações desaparecem, outras surgem e se reinventam.
Por isso, a reflexão permanece: quantas das profissões atuais ainda existirão nas próximas décadas? O tempo segue avançando, e o mercado de trabalho continua em constante transformação.
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