Parece exagero, mas é real: a família real do Qatar tem frota de até 12 jatos avaliados em mais de R$ 2 bilhões e escada rolante de ouro
Com até 12 aeronaves, incluindo modelos que superam US$ 400 milhões, Qatar Amiri Flight garante autonomia global ao Emir e à família Al Thani

Quando o assunto é deslocamento oficial, o Qatar não depende de voos comerciais nem de agendas adaptadas a terceiros.
O país mantém uma das estruturas aéreas estatais mais sofisticadas do mundo por meio da Qatar Amiri Flight, divisão responsável pelo transporte do Emir e da família Al Thani em compromissos internacionais.
A operação vai muito além do luxo: trata-se de uma engrenagem estratégica voltada à autonomia e à projeção de poder.
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A frota ativa reúne entre 10 e 12 aeronaves, distribuídas em categorias que atendem a diferentes necessidades diplomáticas.
Entre elas estão aviões de grande porte para rotas intercontinentais, jatos executivos de ultra longo alcance e aeronaves corporativas destinadas a missões regionais.
Um dos destaques é o Boeing 747-8 BBJ, modelo que pode ultrapassar US$ 400 milhões apenas no valor de aquisição, antes mesmo das customizações internas, que acrescentam dezenas de milhões de dólares conforme o nível de personalização.
Já o Gulfstream G700, referência entre jatos executivos de última geração, tem preço estimado entre US$ 75 e 80 milhões.
A lógica da frota é garantir autonomia intercontinental. Os aviões de grande porte permitem voos diretos entre Doha e centros como Washington, Pequim e Londres, sem escalas.
Já os jatos executivos asseguram agilidade em compromissos multilaterais, enquanto aeronaves menores atendem a deslocamentos regionais.
Recentemente, um detalhe visual chamou a atenção: uma escada rolante externa com acabamento dourado, utilizada em desembarques oficiais, banhada a ouro.
Mais do que ostentação, a estratégia reflete uma escolha política. Controlar a própria infraestrutura de deslocamento reduz vulnerabilidades logísticas e amplia a margem de manobra diplomática.
No cenário geopolítico atual, autonomia operacional não é apenas conforto — é instrumento de poder.
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