A faculdade de R$ 13.500 por mês: conheça o campus de 6 andares onde alunos têm personal trainer e nutricionista particular
Rotina universitária mistura disciplina intensa com estrutura digna de executivos

Instalada em São Paulo, a Link School of Business ganhou projeção nacional ao se consolidar como uma das graduações mais caras do país.
Com mensalidade em torno de R$ 13,5 mil, a instituição privada aposta em um modelo educacional voltado exclusivamente ao empreendedorismo e à formação prática de líderes de negócios.
O alto investimento financeiro e a estrutura diferenciada fizeram com que a escola passasse a ser apelidada nas redes sociais de “faculdade de filhos de bilionários”.
Fundada com a proposta de romper com o ensino tradicional, a Link estruturou seu curso para que os estudantes criem startups desde o primeiro semestre.
Em vez de longas aulas teóricas, o currículo prioriza projetos reais, resolução de problemas de mercado e mentorias com profissionais vindos diretamente do setor empresarial.
Convidados conhecidos do público, como o apresentador Luciano Huck, já participaram de encontros para compartilhar experiências sobre negócios, comunicação e posicionamento de marca.
O campus ocupa cerca de 9.300 metros quadrados distribuídos em seis andares, com arquitetura inspirada em escritórios de tecnologia. Salas de reunião, áreas colaborativas e espaços para eventos substituem o formato clássico de salas enfileiradas.
A instituição também mantém uma academia praticamente 24 horas, com personal trainer e acompanhamento nutricional individualizado.
Cada aluno conta ainda com três frentes de mentoria: negócios, saúde mental e condicionamento físico, reforçando a proposta de desenvolvimento integral.
O processo seletivo segue lógica empresarial. Em vez de depender apenas de provas tradicionais, os candidatos passam por dinâmicas que simulam situações de mercado, avaliação de perfil empreendedor e análise de comunicação, inclusive em inglês.
Ao longo do curso, os estudantes participam de um Demoday, evento em formato semelhante ao programa Shark Tank Brasil, no qual apresentam suas startups a investidores.
Segundo dados da instituição, mais de 150 startups já foram impulsionadas por alunos e ex-alunos, com captação de dezenas de milhões de reais. O modelo, que inclui parcerias internacionais e programas em polos de inovação no exterior, tornou-se símbolo de um debate mais amplo sobre privilégio, acesso ao ensino superior e a formação da nova elite empresarial brasileira.
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