Pense bem antes de escolher: 6 profissões que precisam de faculdade com os menores salários do mercado
Levantamento mostra que carreiras com diploma superior podem ter remuneração baixa e surpreender quem está escolhendo profissão
Escolher uma profissão envolve diversos fatores, mas o salário ainda pesa na decisão de muitos brasileiros. No entanto, um levantamento recente mostra que algumas carreiras que exigem ensino superior estão entre as menos remuneradas do país.
Entre elas, profissões ligadas à educação aparecem com frequência, o que chama atenção para a realidade do mercado de trabalho.
Professores lideram lista de menores salários
De acordo com dados baseados na Pnad Contínua do IBGE e analisados pela FGV, professores da educação infantil têm o menor salário médio entre profissionais com ensino superior.
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A remuneração gira em torno de R$ 2.285 mensais.
Além disso, outras áreas da educação também aparecem com baixos rendimentos.
Veja 6 profissões com menores salários
Confira algumas das profissões com ensino superior que apresentam menores médias salariais no Brasil:
1. Professores da educação infantil
Salário médio: cerca de R$ 2.285
2. Profissionais de ensino (geral)
Salário médio: cerca de R$ 2.554
3. Professores de artes
Salário médio: cerca de R$ 2.629
4. Assistentes sociais
Salário médio: cerca de R$ 3.078
5. Bibliotecários e documentaristas
Salário médio: cerca de R$ 3.135
6. Fonoaudiólogos
Salário médio: cerca de R$ 3.485
Educação domina ranking
O levantamento mostra que a área da educação concentra boa parte das profissões com menores salários.
Além disso, os três primeiros lugares do ranking são ocupados por diferentes tipos de professores.
Isso indica uma desvalorização histórica da carreira no país.
Diferença em relação a outras profissões
Enquanto essas carreiras apresentam salários entre R$ 2 mil e R$ 3,5 mil, profissões como medicina e engenharia podem ultrapassar facilmente R$ 10 mil mensais.
Assim, a diferença salarial entre áreas pode ser significativa.
O que explica os baixos salários
Especialistas apontam alguns fatores que influenciam essa realidade:
- excesso de profissionais em algumas áreas
- baixa valorização histórica
- políticas salariais limitadas
- desigualdade regional
Além disso, muitos profissionais atuam em condições precárias.
Escolha deve ir além do salário
Apesar dos números, o salário não deve ser o único critério na escolha de uma profissão.
Além disso, fatores como vocação, estabilidade e oportunidades também devem ser considerados.
Assim, o ideal é avaliar o mercado de forma completa antes de decidir.
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