Comunicado para todos os brasileiros que usam o pagamento por aproximação no cartão em 2026
Pagar por aproximação agiliza compras no dia a dia, mas exige atenção para a vulnerabilidade que a função apresenta

Rápido, prático e cada vez mais comum, o pagamento por aproximação já faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Presente em supermercados, farmácias, transportes e pequenos comércios, o recurso agiliza compras e reduz filas, mas também exige atenção em meio ao avanço de golpes financeiros.
A modalidade utiliza a tecnologia NFC, que permite a comunicação entre cartão, celular ou smartwatch e a maquininha a curta distância. A operação foi pensada para ser ágil, mas protegida por mecanismos adotados por bancos e bandeiras.
Compras de menor valor podem ser feitas sem senha, conforme regras do emissor do cartão. Já em dispositivos digitais, como celulares, é comum a exigência de biometria, senha ou reconhecimento facial antes da autorização.
O pagamento por aproximação não é considerado inseguro por si só. Pelo contrário: conta com sistemas que ajudam a reduzir a exposição de dados e identificar movimentações fora do padrão.
Ainda assim, há riscos ligados ao comportamento do usuário. Cartões perdidos ou furtados e a demora no bloqueio continuam sendo brechas frequentes exploradas em fraudes.
Monitorar o extrato com frequência e ativar alertas de compra são medidas essenciais. Elas permitem identificar rapidamente qualquer transação suspeita e agir com agilidade.
Também é recomendável avaliar a desativação da função quando não estiver em uso, se disponível. Em caso de problema, o ideal é bloquear o cartão imediatamente e comunicar o banco.
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