Empossado na Codego, Luiz Antônio quer retomar protagonismo e fazer do Daia modelo para Goiás
Daniel Vilela aproveitou cerimônia para destacar relação próxima do governo estadual com Anápolis e adiantou estar negociando com novas empresas

O Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), que completa 50 anos em 2026, deve ser usado como modelo para os demais polos químicos do estado. Essa foi uma das metas traçadas por Luiz Antônio Oliveira Rosa ao assumir a presidência da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) nesta segunda-feira (13).
A cerimônia de posse aconteceu em frente à Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia) – onde Luiz Antônio já ocupa o cargo de vice-presidente. Daniel Vilela (MDB) voltou à cidade, apenas cinco dias após a última visita, para cumprir a agenda.
Em coletiva de imprensa, Daniel destacou que o novo gestor “representa muito bem o setor produtivo da cidade e do estado”. Frisou que “Anápolis retoma o seu protagonismo político, ocupando uma posição de relevância e ao mesmo tempo uma grande capacidade de atrair novos investimentos”.
O governador ressaltou que espera que a “cidade possa novamente configurar a sua importância estratégica para o estado e para o Centro-Oeste” – o que também foi assunto durante os discursos da cerimônia.
Cidade deve se tornar referência
Luiz Antônio passa a ocupar o novo cargo após ser indicado pelo setor produtivo. Ao ocupar a cadeira que pertencia a Francisco Júnior, ele soma mais uma experiência ao currículo: além de vice-presidente da Acia, também presidiu o Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Anápolis (Sinduscon).
Agora à frente da Codego, ele compartilhou que busca abordar diversas frentes. Trabalhar com banco de vagas para os distritos, fomentar os negócios e se aproximar do trabalhador foram alguns dos pontos destacados.
“Vamos fazer um trabalho modelo no Daia. Tudo o que fizermos ali, vamos repetir nos outros distritos”, frisou.
Quanto aos investimentos, o presidente da Codego revelou que planeja anunciar novas empresas e utilizar os crescimentos que já podem ser observados – como o registrado recentemente na Caoa Changan – para atrair outras indústrias. Relatou que, inicialmente, a prioridade é cuidar das burocracias.
“Vamos resolver o documental de todas as empresas que já estão nos distritos”, disse, a exemplo de licenciamentos ambientais e da regularização de terrenos. Afirmou também querer “trazer novas empresas e não perder as que já estão aqui”, buscando adaptar-se e contornar a nova reforma tributária.
Siga o Portal 6 no Instagram: @portal6noticias e fique por dentro das últimas notícias de Anápolis!






