Uma cama, uma queda e uma cidade pronta para salvar uma infância
Trauma pediátrico exige preparo. E hoje Anápolis tem.

Criança pulando na cama por volta da meia noite, brincando com os irmãos. Cena comum em qualquer casa brasileira. Em segundos, o que era riso virou emergência: uma fratura gravíssima de cotovelo, com grande desvio e risco real de lesão vascular e nervosa.
Esse tipo de trauma, há poucos anos, quase sempre significava acionar o SAMU, transferência para outra cidade, atraso no tratamento e aumento das sequelas.
Esse é um exemplo real do que aconteceu ontem. Em Anápolis, temos uma nova história. A cirurgia foi realizada no Hospital Municipal Alfredo Abraão, durante a madrugada, com equipe, estrutura e tempo-resposta adequados de poucas horas. Mais de 90% dos traumas ortopédicos infantis são resolvidos aqui mesmo. Isso não é discurso político. É prática diária, é resolutividade medida no centro cirúrgico e confirmada no acompanhamento dessas crianças e seus familiares.
Trauma pediátrico exige preparo. E hoje Anápolis tem. Nada disso acontece por acaso. Estamos no início do segundo ano do mandato do prefeito Márcio Corrêa, que criou as condições para que a saúde avançasse: estrutura, equipes, decisões técnicas e prioridade.
São inúmeros os desafios que a gestão está enfrentando, mas Hospital não funciona com promessa. Funciona com gestão, investimento e cobrança de resultado.
Da minha parte, a saúde será sempre prioridade. Defender a saúde pública, fiscalizar e propor melhorias não é algo abstrato. É garantir que, quando uma criança se machuca gravemente, a cidade esteja pronta para cuidar dela aqui, com qualidade e no tempo certo.
E vale deixar claro: não é sobre ser herói. É sobre não virar as costas. A missão do cirurgião não respeita horário. Respeita a vida.
Quando a política pública entende isso, quem ganha é a população, especialmente quem mais precisa.





