Não é toda semana, nem todo mês: a frequência que uma pessoa deve cortar as unhas, segundo especialistas

Intervalo ideal varia conforme crescimento, rotina e até a saúde das unhas, mas existe uma média recomendada para evitar problemas

Pedro Ribeiro Pedro Ribeiro -
Não é toda semana, nem todo mês: a frequência que uma pessoa deve cortar as unhas, segundo especialistas
(Imagem: Ilustração/IA)

Muita gente só lembra das unhas quando elas começam a quebrar, arranhar ou prender na roupa, mas a verdade é que manter o corte em dia não é apenas uma questão de aparência. Segundo especialistas, o hábito de cortar as unhas com a frequência correta ajuda a evitar acúmulo de sujeira, riscos de infecções, encravamentos e até pequenas lesões na pele.

E embora pareça um cuidado simples, a resposta não é tão óbvia quanto parece. Não existe uma regra que funcione para todo mundo, já que as unhas crescem em ritmos diferentes e sofrem influência de fatores como idade, alimentação, uso das mãos no dia a dia e até a exposição a produtos químicos.

Mesmo assim, especialistas explicam que há um intervalo médio considerado ideal para a maioria das pessoas. Em geral, as unhas das mãos devem ser cortadas a cada 1 ou 2 semanas, enquanto as dos pés podem ser cortadas a cada 3 ou 4 semanas.

Isso acontece porque as unhas das mãos crescem mais rápido, já que recebem mais estímulo e circulação por serem mais utilizadas. As unhas dos pés, por outro lado, crescem mais devagar e costumam durar mais tempo sem precisar de manutenção.

Ainda assim, a frequência pode mudar bastante de pessoa para pessoa. Quem trabalha com as mãos, digita muito, cozinha ou lida com limpeza pesada pode sentir necessidade de cortar com mais frequência. Já quem mantém as unhas sempre curtas ou tem crescimento lento pode espaçar um pouco mais sem prejuízo.

Além disso, cortar as unhas apenas quando elas estão grandes demais pode ser um erro comum. Especialistas alertam que o ideal é não esperar a unha quebrar ou rachar, porque isso abre caminho para inflamações e pode causar dor, principalmente nos pés.

Outro ponto importante é que unhas muito compridas também acumulam mais sujeira e aumentam o risco de bactérias e fungos se alojarem ali. Por isso, manter um corte regular costuma ser uma medida simples, mas eficaz, para a saúde geral das mãos e dos pés.

No caso das unhas dos pés, o cuidado precisa ser ainda maior, porque cortes incorretos favorecem encravamentos. O recomendado é cortar sempre reto, sem tirar demais as laterais, e evitar deixar pontas muito arredondadas.

Pessoas com problemas circulatórios, diabetes ou tendência a infecções devem redobrar a atenção e, em alguns casos, buscar orientação profissional. Especialistas destacam que pequenos ferimentos em pés podem evoluir rapidamente em quem já tem dificuldade de cicatrização.

Outro sinal que pode indicar que o corte está na hora é quando a unha começa a ficar com pontas irregulares, quebradiças ou com descamação. Isso pode ser reflexo de agressões do dia a dia, falta de hidratação ou até deficiência nutricional, e manter as unhas curtas ajuda a evitar que o problema piore.

No fim, a melhor regra é simples: o intervalo ideal é aquele que mantém as unhas sempre limpas, confortáveis e sem risco de quebrar ou machucar. Quando o corte vira um cuidado de rotina, a chance de incômodos e problemas de saúde diminui bastante, sem precisar de medidas complicadas.

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Pedro Ribeiro

Pedro Ribeiro

Jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás. Colabora com o Portal 6 desde 2022, atuando principalmente nas editorias de Comportamento, Utilidade Pública e temas que dialogam diretamente com o cotidiano da população.

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