A justificativa da defesa para Amanda Partata ter ficado em silêncio
Procedimento ocorreu na última quinta-feira (05), e ouviu duas testemunhas de acusação

Amanda Partata, advogada goiana acusada de envenenar e matar o pai e a avó do ex-namorado, passou por nova audiência de instrução na última quinta-feira (05), em Goiânia. Na ocasião, Amanda permaneceu em silêncio.
O procedimento fez parte do processo no qual a advogada responde pelos crimes de perseguição, ameaça, extorsão e falsidade ideológica, que corre separado das acusações de homicídio.
A audiência foi presidida pelo juiz Luciano Borges da Silva, e ouviu duas testemunhas testemunhas de acusação.
Ao G1, o advogado de defesa Rodrigo Faucz disse que Amanda não foi ouvida no procedimento “por não ter condições psicológicas”.
Ainda segundo a defesa, a acusada enfrenta “problemas de saúde mental e precisa receber o tratamento médico adequado”.
Finalizada a audiência, o juiz abriu um prazo de cinco dias para que a defesa e o Ministério Público de Goiás (MP-GO) apresentem as alegações finais. Após esse prazo, o magistrado deve decidir se irá condenar ou absolver a advogada.
Mortes ocorreram em dezembro de 2023
Conforme já noticiado pelo Portal 6, o crime aconteceu na manhã do dia 17 de dezembro de 2023 quando Amanda Partata foi até a residência da família do ex-namorado, levando sucos, pão de queijo, biscoitos e bolos de pote envenenados.
Os bolos foram consumidos por Leonardo Pereira Alves, de 56 anos, e pela mãe dele, Luzia Tereza Alves, de 82 anos. Ambos não resistiram e vieram a óbito.
De acordo com as investigações, Amanda fingia estar grávida do filho de Leonardo para ser bem aceita na família.
A motivação para o crime teria sido a não aceitação do término do relacionamento com o ex-namorado, Leonardo Filho.
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