Presente em quase toda sala, este aparelho consome mais energia que o ar-condicionado
Vilão da conta de luz muitas vezes não é o ar-condicionado, mas o conjunto de eletrônicos ligados por horas, inclusive em modo stand-by

Na maioria das casas, a sala concentra alguns dos aparelhos que mais consomem energia ao longo do dia. O ar-condicionado costuma levar a fama, mas nem sempre é o principal responsável pela conta alta.
Em medições domésticas simples, um ar-condicionado residencial médio consome cerca de 1,5 kWh por hora em funcionamento contínuo. Esse número serve como referência para muitos lares brasileiros.
O problema aparece quando a televisão funciona junto com outros equipamentos. Decodificador, roteador, videogame, soundbar e carregadores ligados elevam rapidamente o consumo total da sala.
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Somados, esses aparelhos podem ultrapassar facilmente o gasto do ar-condicionado, chegando ao dobro em períodos de uso prolongado, mesmo quando alguns estão apenas em stand-by.
Esse consumo passa despercebido porque não vem de um único equipamento. É o conjunto que transforma a sala em um dos ambientes mais caros da casa.
Foi o que aconteceu com Dona Rosa, que percebeu aumento na conta após os fins de semana com os netos. A televisão e os periféricos ficaram ligados quase o tempo todo.
Mesmo desligados pelo controle, muitos desses aparelhos continuam consumindo energia. Decodificadores, roteadores e consoles puxam carga elétrica 24 horas por dia.
Esse chamado consumo fantasma pode somar dezenas de quilowatts ao longo do mês, impactando diretamente o valor final da fatura.
Uma solução simples é usar réguas de energia com botão liga e desliga. Assim, todo o conjunto multimídia pode ser desligado da tomada quando não estiver em uso.
Trocar lâmpadas antigas por modelos de LED também faz diferença significativa. Uma lâmpada de 10 W substitui outra de 60 W com economia de até 80%.
Plugues ou medidores inteligentes ajudam a identificar quais aparelhos mais consomem energia. Com dados reais, fica mais fácil mudar hábitos sem perder conforto.
Pequenas atitudes, como desligar periféricos, ajustar a temperatura do ar-condicionado e aproveitar a iluminação natural, reduzem o gasto mensal de forma consistente.
No fim das contas, economizar energia não exige abrir mão do conforto. Basta entender onde está o consumo e agir de forma estratégica dentro de casa.
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