UFG lança edital para processo seletivo de especialização com bolsas de R$ 3,2 mil
Curso terá carga horária de 40 horas semanais e será realizado na modalide presencial
A Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), publicou o edital de um processo seletivo para o Programa de Residência Profissional em Educação Especial Inclusiva.
A iniciativa consiste em uma pós-graduação lato sensu (especialização), que será realizada na modalidade presencial.
Os interessados podem se inscrever por meio do preenchimento de um formulário eletrônico até o dia 16 de janeiro. A matrícula será realizada entre os dias 16 e 17 de fevereiro, enquanto o início das aulas está previsto para 17 de fevereiro.
O curso terá carga horária de 40 horas semanais e duração de 24 meses, totalizando 3.840 horas, sendo 560 horas de atividades teóricas e 3.280 horas de atividades práticas. A especialização será executada no âmbito do Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (Cepae/UFG).
Os candidatos aprovados e matriculados receberão bolsa-educação no valor de R$ 3.200 mensais, pelo período de 24 meses. O residente também terá direito a 30 dias de férias.
Ao todo, estão sendo ofertadas 10 vagas para ingresso, sendo cinco destinadas a pedagogos e cinco para candidatos das demais licenciaturas.
A especialização é voltada a profissionais recém-graduados em Pedagogia e em outras licenciaturas, com até três anos de conclusão do curso, contados a partir da data de expedição do diploma.
O objetivo do programa é promover a formação de professores aptos a atuar na educação especial sob uma perspectiva inclusiva na educação básica, fundamentada nas leis e diretrizes nacionais, além de desenvolver competências para planejar, implementar e avaliar práticas pedagógicas críticas, reflexivas e contextualizadas.
Vale destacar que haverá reserva de uma vaga para pedagogos e uma para demais licenciaturas destinada a candidatos dos seguintes grupos: pessoas negras (pretas e pardas), indígenas, negras quilombolas e demais integrantes de povos e comunidades tradicionais (PCTs), pessoas em situação de migração forçada, população cigana, mulheres mães e tutores(as), pessoas trans (travestis e transexuais) e pessoas com deficiência.
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