Entenda por que a Geração Z está cada vez mais triste, segundo especialistas
Estudos internacionais indicam que ansiedade, insegurança e pressão social têm reduzido a satisfação com a vida entre a Geração Z

A geração Z, formada por jovens nascidos a partir do final dos anos 1990, vive um momento delicado quando o assunto é saúde mental.
Estudos recentes e análises de especialistas apontam que esse grupo apresenta níveis crescentes de tristeza, ansiedade e sensação de vazio emocional, mesmo vivendo em uma era de acesso facilitado à informação e à tecnologia.
Um dos fatores mais citados por especialistas é o impacto das redes sociais. A exposição constante a padrões irreais de sucesso, beleza e felicidade cria um ambiente de comparação permanente, afetando diretamente a autoestima.
Para muitos jovens, a sensação de estar sempre “atrasado” ou “aquém” dos outros se tornou rotina, o que contribui para o desgaste emocional.
Além disso, o contexto social e econômico pesa sobre o bem-estar da geração Z. Crises globais, instabilidade financeira, dificuldades de inserção no mercado de trabalho e incertezas em relação ao futuro ampliam a sensação de insegurança.
Muitos jovens relatam dificuldade em planejar a própria vida, o que gera frustração e ansiedade constante.
Os sinais dessa infelicidade aparecem de diferentes formas. Especialistas apontam sintomas como cansaço emocional persistente, desmotivação, dificuldades de concentração, alterações no sono e isolamento social.
Em alguns casos, esses quadros evoluem para transtornos de ansiedade e depressão, exigindo acompanhamento profissional.
As diferenças de gênero também influenciam esse cenário. Mulheres jovens tendem a relatar mais sofrimento emocional, muitas vezes relacionado à pressão estética e social. Já entre os homens, a dificuldade em expressar sentimentos e buscar ajuda faz com que muitos casos permaneçam invisíveis.
Para especialistas, melhorar o bem-estar da geração Z passa por ações que envolvem diálogo aberto sobre saúde mental, uso mais consciente das redes sociais, fortalecimento de vínculos afetivos e ampliação do acesso a serviços de apoio psicológico.
Cuidar da saúde emocional dos jovens é considerado essencial para garantir uma sociedade mais equilibrada e saudável no futuro.
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