Mais espaço na sala: a alternativa ao sofá que custa menos e virou tendência
Móvel ganha espaço em projetos modernos ao unir economia, durabilidade e aproveitamento máximo do ambiente

O sofá, por décadas peça central da sala, começa a perder protagonismo em projetos contemporâneos. Em seu lugar, surge uma solução que mistura arquitetura, praticidade e estética minimalista: os bancos embutidos.
Cada vez mais comuns em imóveis modernos, eles transformam o conceito de mobiliário ao fazer parte da própria estrutura da casa.
Essa tendência, já consolidada em países europeus, propõe que o assento deixe de ser um objeto solto para se integrar ao projeto arquitetônico.
Construídos em alvenaria, os bancos nascem junto com as paredes e passam a ocupar áreas que antes eram pouco aproveitadas, criando ambientes mais organizados e visualmente amplos.
Diferente do sofá tradicional, que pode limitar a circulação ou “sobrar” no espaço, o banco embutido é planejado sob medida.
Ele é erguido no próprio local, com materiais como concreto, tijolos ou pedra, respeitando as dimensões exatas do ambiente. Por isso, especialistas reforçam que o planejamento é essencial, já que se trata de uma estrutura fixa.
O ganho de espaço é um dos principais atrativos. Em apartamentos menores, a solução permite aproveitar cantos antes inutilizados e reduz a sensação de excesso de móveis.
Além disso, a durabilidade chama atenção: enquanto sofás sofrem desgaste com o tempo, a base em alvenaria praticamente não se deteriora, exigindo apenas a troca de almofadas ou revestimentos para renovar o visual.
Outro ponto forte é o efeito visual. Como o banco acompanha o nível e os materiais do restante do ambiente, cria-se uma continuidade que amplia a percepção do espaço. O resultado é uma sala mais fluida, leve e com menos interrupções visuais.
A funcionalidade também pesa a favor. Muitos projetos incorporam compartimentos sob o assento, funcionando como baús discretos para guardar objetos do dia a dia.
Essa solução reduz a necessidade de armários extras e contribui para manter o ambiente organizado.
No quesito personalização, as possibilidades são amplas. O banco pode receber o mesmo acabamento do piso, cimento queimado para um estilo industrial ou pedras naturais para uma proposta mais rústica.
Essa liberdade permite que cada projeto tenha identidade própria, provando que abrir mão do sofá não significa abrir mão de conforto ou estilo.
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