Imposto de Renda em 2026: quando começa a declaração, tabela e quais documentos juntar
Temporada de declaração de Imposto de Renda está se aproximando, e entender o calendário, as faixas de tributação e a documentação necessária pode fazer toda a diferença para evitar erros e malha fina

A declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) volta a ser obrigatória para milhões de brasileiros em 2026, conforme o cronograma tradicional da Receita Federal.
Esse processo anual é a prestação de contas dos rendimentos, bens e despesas do ano anterior, e é fundamental para quem recebeu salários, rendimentos de investimento, aluguéis, aposentadorias ou outras fontes tributáveis.
Com datas previstas e regras ajustadas, organizar todas as informações com antecedência ajuda a evitar estresse e possíveis penalidades.
A previsão é que a declaração de 2026 seja aberta ao público a partir de meados de março e se estenda até o final de maio, seguindo o padrão dos últimos anos.
Esse intervalo permite que contribuintes tenham tempo suficiente para compilar recebimentos, gastos dedutíveis e documentos essenciais antes de enviar a declaração pelo sistema oficial. Inserir os dados com cuidado e dentro do prazo reduz o risco de cair na malha fina ou pagar multas por atraso.
Quanto à tabela do Imposto de Renda, as faixas de rendimento continuam sendo um dos principais fatores para o cálculo do imposto devido.
Em linhas gerais, há segmentos em que o contribuinte fica isento, segmentos em que paga com alíquotas progressivas e, em outros, pode ter direito a deduções por dependentes, educação, saúde e outras despesas que reduzam a base de cálculo anual.
A tabela serve tanto para guiar a declaração quanto para orientar o cálculo mensal retido na fonte, e por isso entender sua estrutura é essencial para planejar melhor a entrega.
Organizar os documentos antes mesmo de o sistema abrir é outro ponto que faz grande diferença. Além dos informes de rendimento emitidos por empregadores, bancos e instituições financeiras, é importante separar comprovantes de pagamentos de serviços de saúde, educação, despesas com dependentes, previdência privada ou oficial, além de recibos de compra e venda de bens como veículos ou imóveis.
Documentos de rendimentos no exterior, aluguéis recebidos e informações sobre investimentos também devem ser reunidos para garantir que a declaração seja completa e precisa.
Para quem ainda está se preparando, vale a pena fazer um checklist com todas as fontes de renda e comprovantes que tiver durante o ano-base 2025.
Assim, quando o programa oficial for liberado em março, ficará muito mais simples preencher e enviar a declaração corretamente dentro do prazo, garantindo tranquilidade e evitando surpresas com possíveis ajustes ou demandas da Receita Federal.
Siga o Portal 6 no Google News e fique por dentro de tudo!





