“Musa do crime” de Goiás, suspeita de movimentar R$ 3 milhões para facção, entra na mira da polícia do RJ
Paolla Bastos Neiva e outros dois suspeitos são foragidos da Justiça goiana pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, roubo e homicídio

A Polícia Civil (PC) do Rio de Janeiro procura três goianos que estão foragidos pelos crimes de homicídio, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e roubo. Entre eles, está Paolla Bastos Neiva, de 27 anos, conhecida como “musa do crime”.
Segundo a corporação, a suspeita é de que o grupo, ligado à facção criminosa Comando Vermelho, esteja escondido na Comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio.
Paolla e o marido, Valter Esteves de Bessa Júnior – conhecido como “Quebra-Caixote” – são acusados de movimentar cerca de R$ 3 milhões de maneira ilícita, comandando, do Rio de Janeiro, uma lavagem de dinheiro destinada a Goiás.
Os dois possuem antecedentes criminais. De acordo com a PC, eles cometeram um duplo homicídio no Mato Grosso motivado por disputas de facções criminosas.
A suspeita fez com que o casal tivesse cerca de R$ 1,5 milhão em bens bloqueados em junho de 2024. À época, o advogado de Paolla afirmou que ela era “vítima de perseguição por ser jovem, bonita, empresária e bem-sucedida financeiramente”.
A jovem tem dois mandados de prisão emitidos pelo Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso (TJMT), enquanto o homem, de 35 anos, tem quatro – pelo TJMT, Vara de Execuções Penais de Goiânia, 2ª e 4ª Vara Criminal dos Crimes Dolosos contra a Vida e Tribunal do Júri, em Goiás.

Valter Esteves de Bessa Júnior e Breno Cesário de Oliveira Mendes também são foragidos da Polícia Civil. (Foto: Divulgação/Polícia do Rio de Janeiro)
O terceiro procurado é Breno Cesário de Oliveira Mendes, de 28 anos, que é conhecido como “Satan”. Ele já foi preso antes, mas rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu durante uma saída temporária em 2024. O jovem é suspeito de roubos e homicídio em todo o Vale do São Patrício.
Quem tiver informações pode procurar a PC do Rio de Janeiro pelo WhatsApp (21) 2253-1177 ou pelo aplicativo Disque Denúncia RJ. O anonimato é garantido.
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