A fruta pouco conhecida, de sabor marcante, que fortalece o corpo, aumenta a energia e é fácil de encontrar

Do quintal à mesa, essa fruta combina sabor adocicado, alto valor nutritivo e cultivo simples, ideal para quem quer energia natural e um pomar em casa

Gabriel Dias Gabriel Dias -
A fruta pouco conhecida, de sabor marcante
(Imagem: Ilustração/Captura de tela/YouTube/Fala Brasil)

Algumas frutas apenas refrescam. Outras alimentam. Mas existe uma que faz mais do que isso — e surpreende já na primeira colherada.

Do lado de fora, pode até parecer discreta. Por dentro, esconde uma polpa cremosa, doce e intensamente aromática, capaz de devolver o ânimo após um dia inteiro.

Conhecida como fruta-do-conde, pinha ou ata, ela vem ganhando espaço silenciosamente em quintais, chácaras e pequenos pomares urbanos.

Não só pelo sabor marcante, que transforma qualquer lanche em um momento especial, mas também pela facilidade com que se adapta e cresce, quase como se guardasse um segredo esperando para ser descoberto.

Entre os destaques nutricionais estão a vitamina C, essencial para o sistema imunológico e para a ação antioxidante no corpo, além das vitaminas do complexo B, que participam do metabolismo energético e do funcionamento do sistema nervoso.

Minerais como potássio e magnésio contribuem para a contração muscular adequada, para o equilíbrio de líquidos e para a produção de energia nas células.

Em 100 gramas de polpa fresca, a fruta costuma apresentar cerca de 90 a 100 calorias, com boa quantidade de carboidratos, entre 22 e 25 gramas, além de 2 a 3 gramas de fibras.

Na prática, a fruta-do-conde é versátil. Pode ser consumida pura, misturada ao iogurte, combinada com aveia ou sementes ou usada em preparações caseiras.

Sua textura naturalmente cremosa dispensa adições artificiais para ganhar consistência, o que a torna uma opção interessante para quem busca alternativas mais naturais na alimentação.

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Gabriel Dias

Gabriel Dias

Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG). Apaixonado por Telejornalismo e Jornalismo Cultural.

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