Conta de água ficará mais cara em Goiás no mês de abril; veja o que muda

Valores foram definidos com base na recomposição inflacionária dos custos operacionais da Saneago no último período

Davi Galvão Davi Galvão -
Unidade da Saneago em Aparecida de Goiânia. (Foto: Divulgação/Governo de Goiás) água
Unidade da Saneago em Aparecida de Goiânia. (Foto: Divulgação/Governo de Goiás)

Os consumidores goianos devem preparar o bolso para um novo ajuste nos serviços de saneamento, isso porque, a partir de 1º de abril deste ano, as tarifas de água e esgoto da Saneago sofrerão um reajuste linear de 4,845%.

A medida foi oficializada após autorização dos órgãos reguladores estaduais e municipais.

O aumento incide tanto sobre a tarifa de disponibilidade (custo fixo) quanto sobre o valor do metro cúbico consumido.

Com a mudança, a tarifa mínima para a categoria Residencial Normal passará dos atuais R$ 16,65 para R$ 17,46. Já para as famílias cadastradas na categoria Residencial Social, o valor fixo sobe de R$ 8,32 para R$ 8,73.

Na prática, o aumento na conta de água é de R$ 0,41 em relação ao custo mínimo fixo de cada categoria.

As agências reguladoras, entre elas a Agência Municipal de Regulação de Anápolis (ARM) e a Agência Goiana de Regulação (AGR), validaram o índice com base na recomposição inflacionária dos custos operacionais da companhia no último período.

Confira a nota da Saneago na íntegra:

Conforme resoluções dos entes reguladores – Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR), Agência de Regulação de Goiânia (AR), Agência de Regulação dos Serviços Públicos de Saneamento Básico (AMAE) e Agência Municipal de Regulação de Anápolis (ARM) – foi autorizado o reajuste das tarifas de água e esgoto da Saneago em 4,845% a partir de 1º de abril de 2026.

Vale ressaltar que o reajuste visa recompor as perdas inflacionárias que incidiram sobre os custos da Companhia no ano anterior. A Saneago informa ainda que todos os recursos utilizados pela Companhia – para novos investimentos e manutenção dos sistemas – advêm do pagamento das faturas e a recomposição da perda inflacionária é essencial para manutenção do equilíbrio econômico-financeiro.

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Davi Galvão

Davi Galvão

Jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás. Atua como repórter no Portal 6, com base em Anápolis, mas atento aos principais acontecimentos do cotidiano em todo o estado de Goiás. Produz reportagens que informam, orientam e traduzem os fatos que impactam diretamente a vida da população.

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