Prova de vida 2026: INSS esclarece quem precisa fazer e como funciona
Procedimento continua obrigatório para beneficiários, mas passa a ser feito, na maioria dos casos, de forma automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social

A prova de vida segue sendo uma exigência para aposentados, pensionistas e demais beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2026, mas o processo mudou nos últimos anos.
Atualmente, a responsabilidade pela comprovação é do próprio instituto, que utiliza o cruzamento de dados para confirmar que o beneficiário está vivo.
Desde a mudança nas regras, a maioria das pessoas não precisa mais ir ao banco ou a uma agência do INSS para realizar a prova de vida.
O instituto faz a verificação automática por meio de registros em bases oficiais do governo, analisando movimentações e interações do cidadão com serviços públicos.
Entre os dados considerados pelo INSS estão acessos ao aplicativo Meu INSS ou Gov.br com validação de identidade, uso de biometria no banco para recebimento do benefício, registros de vacinação, participação em eleições, renovação de documentos oficiais e atualização de dados em cadastros públicos.
Mesmo com o sistema automático, alguns beneficiários ainda podem ser chamados a realizar a prova de vida de forma ativa. Isso ocorre quando o INSS não encontra informações suficientes para confirmar a vida da pessoa dentro do período de verificação, que pode chegar a até dez meses após a última comprovação.
Nesses casos, o segurado é notificado oficialmente e deve realizar a prova de vida dentro do prazo informado. O procedimento pode ser feito pelo aplicativo Gov.br com reconhecimento facial, pelo Meu INSS, no banco onde recebe o benefício ou presencialmente em uma agência do INSS.
Manter os dados cadastrais atualizados é fundamental para evitar problemas. Informações como telefone, endereço e e-mail corretos garantem que o beneficiário receba comunicados e evite o bloqueio temporário do pagamento.
Em 2026, a prova de vida continua obrigatória, mas a participação direta do beneficiário só é necessária quando o sistema automático do INSS não consegue confirmar a situação. O objetivo da mudança é facilitar a vida dos segurados e reduzir deslocamentos desnecessários.
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