Jovem faccionado que ostentava armas nas redes sociais morre em confronto com a CPE em Aparecida de Goiânia
Suspeito teria participado da organização de foguetório em “homenagem” a criminosos mortos durante operação Contenção, realizada no Rio de Janeiro em 2025

Um jovem identificado como Hitalo Flávio de Oliveira, de 27 anos, morreu após trocar tiros com policiais militares da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) na madrugada deste domingo (08), no bairro Buriti Sereno, em Aparecida de Goiânia.
De acordo com informações da Polícia Militar (PM), equipes realizavam patrulhamento na região quando tentaram abordar o suspeito em frente à residência onde ele morava.
Durante a aproximação, o jovem teria reagido e atirado contra os policiais, dando início a uma troca de tiros. Assim, Hitalo foi baleado durante o confronto.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para prestar socorro, mas a morte foi constatada ainda no local. Nenhum policial ficou ferido na ocorrência.
Durante buscas na casa onde ele estava, os militares encontraram indícios de que o imóvel funcionava como ponto de apoio para atividades criminosas.
No local foram apreendidos tabletes de maconha, porções de cocaína, uma balança de precisão e uma pistola calibre .380, que teria sido usada pelo suspeito durante o confronto.
Facção criminosa
Segundo informações levantadas por equipes de inteligência da CPE, Hitalo seria ligado a uma facção criminosa originária do Rio de Janeiro e atuaria no comércio ilegal de drogas e armas de fogo em Goiânia e na região metropolitana.
Ainda conforme as investigações, o suspeito costumava publicar nas redes sociais fotos exibindo armas de grosso calibre, como fuzis.
Em algumas imagens, ele aparece ao lado de outras pessoas armadas. Uma delas seria a própria namorada dele, conforme a CPE.
A polícia também aponta que o jovem teria participado da organização de um foguetório em Aparecida de Goiânia em “homenagem” a criminosos mortos durante a operação Contenção, realizada no Rio de Janeiro no ano passado.
Hitalo Flávio de Oliveira possuía antecedentes criminais por roubo, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e ameaça.
O caso foi registrado e deve ser investigado pelas autoridades competentes.
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