Esses são os motivos apontados por docentes da UEG para início da greve no dia 1º de março
No total, instituição possui cerca de 12 mil alunos matriculados
A falta de propostas para acordos com o Governo de Goiás em uma série de pautas foi o estopim apontado por docentes da Universidade Estadual de Goiás (UEG) para o início da greve por tempo indeterminado, anunciada na quinta-feira (22).
A paralisação começará no dia 1º de março e impactará quatro campi e 17 unidades universitárias do estado. Nos campus de Anápolis, São Luís de Montes Belos e Morrinhos e unidades de Goiânia, Anápolis, Inhumas, Iporá, Itumbiara e Palmeiras de Goiás, as atividades foram interrompidas totalmente já na quarta-feira (21).
De acordo com a Associação dos Docentes da UEG (Adueg), a motivação para a paralisação diz respeito, principalmente, ao não posicionamento do poder estadual sobre a falta de acesso e clareza da categoria ao Plano de Carreiras dos Docentes da instituição, que tramita na Secretaria de Estado de Administração.
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Outro ponto diz respeito ao quadro de vagas que limita as progressões por titulação e impede com que os professores recebam de acordo com a respectiva qualificação, sendo eles doutores, pós doutores e mestres.
Diante do cenário, o órgão reivindica que o Governo encaminhe ao Legislativo um Projeto de Lei para a alteração da legislação que diz respeito ao plano de Carreira dos Docentes da UEG, exigindo a retirada do quadro de vagas para possibilitar as promoções dos professores.
Além disso, eles também solicitam a participação no grupo de trabalho que trata do tema e que está reformulando a carreira. É válido destacar que a universidade conta com cerca de 12 mil estudantes matriculados
Em nota enviada à imprensa, a instituição manteve o posicionamento e se limitou a dizer que a proposta sobre o projeto de carreira foi elaborada por uma comissão formada pelo Conselho Superior Universitário da UEG.
Leia a nota na íntegra:
“A Universidade Estadual de Goiás (UEG) informa que a proposta do novo plano de carreira para os docentes da UEG, que sanará também a questão das promoções dos professores que concluíram suas respectivas titulações, foi elaborada por comissão formada pelo Conselho Superior Universitário da UEG (CsU) e aprovada, posteriormente, pelos membros do Conselho. A proposta está incluída na análise das carreiras que está sendo promovida pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Administração.”





