UniEVANGÉLICA e UFG falam sobre proposta de proibição do celular entre alunos
Debate ganhou força após grandes instituições de ensino superior do país anunciarem estudo de medidas para restringir os aparelhos

O debate acerca do uso do celular por alunos de faculdades e universidades ganhou mais relevância e virou motivo de deliberações em instituições de renome no país, como a Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Os centros de ensino anunciaram que estão adotando ou pretendem adotar medidas para restringir o uso por parte dos discentes.
O principal argumento defendido é de que o uso indiscriminado dos aparelhos coloca em xeque o aprendizado em uma realidade na qual a disputa pela atenção dos jovens vem se tornando cada vez mais desafiadora ante tantas tecnologias.
Diante desse cenário, o Portal 6 questionou algumas faculdades e universidades em Goiás para entender melhor essa realidade e também se medidas restritivas já estão sendo empregadas ou estudadas.
Em nota, a UniEVANGÉLICA afirmou que o uso do celular por estudantes durante as atividades acadêmicas está em discussão, ainda em fase preliminar.
A instituição destacou que, até o momento, não há definição de medidas restritivas quanto à utilização desses equipamentos em sala de aula.
A universidade também pontuou que, entre as possibilidades em estudo, estão ações de conscientização sobre o uso responsável dos celulares, “com foco no bem-estar e na qualidade do ambiente acadêmico para docentes, discentes e colaboradores”.
Já em resposta à reportagem, a Universidade Federal de Goiás (UFG) afirmou que, até o momento, “não há nenhuma medida ou estudo que visa restringir o uso de celulares pelos discentes”.
A Universidade de Rio Verde (UniRV ) também foi questionada, mas afirmou que não irá se pronunciar sobre o assunto. A Universidade de Brasília (UNB) foi procurada, mas não emitiu posicionamento.
Em tempo
A restrição do uso de celulares nas escolas brasileiras foi oficializada pela Lei Federal nº 15.100/2025, sancionada em 13 de janeiro de 2025.
A legislação proíbe o uso do celular e outros dispositivos eletrônicos por estudantes da educação básica, tanto em escolas públicas quanto privadas, durante as aulas, recreios e intervalos.
A medida, portanto, não impacta diretamente unidades de ensino superior.
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