Segundo neurologistas, estes 5 sinais após os 50 anos podem indicar início de demência
Alterações de comportamento, humor e impulsividade podem ser sinais precoces de demência e merecem atenção a partir dos 50 anos

A demência costuma ser associada principalmente à perda de memória, mas os primeiros sinais da doença podem aparecer de formas menos óbvias.
Alterações no comportamento, mudanças de humor e dificuldades nas relações sociais podem surgir anos antes de sintomas mais conhecidos.
Especialistas alertam que observar essas mudanças, especialmente após os 50 anos, pode ajudar na identificação precoce do problema e possibilitar intervenções que retardem a progressão da doença.
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A demência é caracterizada por alterações cognitivas e comportamentais capazes de comprometer a autonomia da pessoa.
Antes que esse estágio seja alcançado, no entanto, muitos indivíduos apresentam sinais mais sutis que podem indicar risco aumentado para o desenvolvimento da condição.
Entre eles está a apatia, marcada pela perda de interesse por atividades que antes despertavam entusiasmo. Pessoas que demonstram esse comportamento podem se afastar de amigos, familiares ou hobbies e apresentar falta de iniciativa no dia a dia.
Outro sinal importante envolve mudanças no humor. A chamada desregulação afetiva pode provocar tristeza frequente, ansiedade ou instabilidade emocional, mesmo sem motivos claros.
Também pode ocorrer perda de controle de impulsos. Nesse caso, o indivíduo pode se tornar mais irritado, impaciente ou agressivo, demonstrando dificuldade em controlar reações e emoções. Em alguns casos, surgem comportamentos repetitivos ou atitudes incomuns.
A inadequação social é outro alerta possível. Pessoas que passam por esse tipo de alteração podem ter dificuldade em compreender limites sociais, falar de assuntos privados em público ou demonstrar menor sensibilidade em relação aos sentimentos dos outros.
Além disso, podem surgir percepções ou pensamentos anormais, como desconfiança excessiva ou a sensação de ver ou ouvir coisas que não existem.
Especialistas ressaltam que esses sinais não devem ser interpretados isoladamente como diagnóstico de demência. Mudanças comportamentais também podem estar relacionadas ao estresse, a efeitos de medicamentos ou a outras condições de saúde.
Por isso, diante de alterações persistentes no comportamento ou na cognição, a recomendação é procurar avaliação médica para investigar as causas e, se necessário, iniciar acompanhamento adequado.
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