Idosos com 60 anos ou mais podem comprar carro zero com até 25% de desconto? Entenda proposta em análise
Projeto de lei prevê isenção de imposto na compra de veículos, mas medida ainda não está em vigor

Uma proposta em análise no Congresso Nacional tem gerado expectativa entre brasileiros com mais de 60 anos. O texto sugere a possibilidade de idosos comprarem veículos novos com desconto que pode chegar a até 25% do valor, por meio da isenção de impostos.
No entanto, apesar da repercussão, a medida ainda não está em vigor e depende de aprovação.
O que prevê o projeto
O Projeto de Lei 2937/2020 propõe a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de veículos novos por pessoas com 60 anos ou mais.
Assim, o desconto varia conforme a alíquota aplicada ao carro, podendo representar uma redução significativa no valor final.
Quais carros entrariam na regra
De acordo com o texto, o benefício seria válido apenas para:
- carros de passeio
- veículos fabricados no Brasil
- modelos com motor de até 2.0
Além disso, o projeto estabelece regras específicas para evitar uso indevido.
Regra para revenda do veículo
O projeto também prevê uma limitação importante.
O comprador não poderá vender o veículo imediatamente.
Caso venda antes do prazo mínimo definido, ele deverá devolver o valor do imposto que deixou de pagar.
Assim, a medida busca evitar fraudes e revendas com lucro.
Projeto ainda não está valendo
Apesar do destaque nas redes sociais, o desconto ainda não é garantido.
O projeto precisa:
- passar pelas comissões da Câmara
- ser aprovado pelos deputados
- seguir para o Senado
- receber sanção presidencial
Portanto, ainda não há qualquer direito automático ao benefício.
Situação atual no Brasil
Hoje, a legislação já permite isenção de IPI em casos específicos, como para pessoas com deficiência, mediante comprovação.
No entanto, idosos não fazem parte dessa regra atualmente.
Por isso, a proposta busca ampliar esse tipo de benefício.
Impactos em debate
A proposta também levanta discussões sobre impactos econômicos.
Por um lado, o setor automotivo vê possibilidade de aumento nas vendas.
Por outro, o governo analisa os efeitos da renúncia fiscal.
Assim, o tema ainda deve passar por debates antes de qualquer definição.
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