A temperatura ideal do ar-condicionado para garantir conforto e economizar energia
Especialistas indicam a faixa que equilibra bem-estar térmico e menor consumo na conta de luz

Chegar em casa em um dia quente e ajustar o ar-condicionado para 17°C pode até parecer a solução mais rápida para espantar o calor. Mas essa escolha impulsiva costuma ter um efeito direto na conta de energia no fim do mês.
Quando o aparelho é programado para temperaturas muito baixas, como 17°C ou 18°C, o compressor precisa operar no limite por longos períodos para tentar atingir esse nível de resfriamento. O esforço constante aumenta o consumo de energia e faz o equipamento trabalhar sob maior desgaste.
Engenheiros de climatização apontam que a faixa entre 23°C e 24°C é a mais indicada para equilibrar conforto térmico e eficiência energética.
Nesse intervalo, o ambiente permanece agradável, sem sensação de frio excessivo, e o sistema consegue desligar o motor com mais frequência após atingir a temperatura programada.
A diferença de poucos graus no controle remoto impacta diretamente o consumo em quilowatts-hora (kWh). Ajustes entre 17°C e 19°C estão associados a gasto muito alto de energia e frio excessivo.
Entre 20°C e 22°C, o clima tende a ficar ameno, com consumo moderado. Já na faixa de 23°C a 24°C, o conforto é considerado ideal e o consumo, significativamente menor.
Outro recurso que contribui para a economia é a função “sleep”. Durante a madrugada, o corpo reduz naturalmente a temperatura, e manter o ar-condicionado no máximo pode causar desconforto, como garganta seca.
O modo dormir aumenta gradualmente um grau por hora, reduzindo o esforço do compressor e mantendo o ambiente equilibrado.
Pequenas mudanças no visor do aparelho podem representar uma diferença relevante no orçamento mensal — e garantir noites mais confortáveis sem surpresas na fatura de luz.
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