Beneficiários do Programa GraduAção que cometeram fraudes podem enfrentar consequências amargas nos próximos dias
Bolsas já foram suspensas, as listas já estão sendo apuradas para identificar os inscritos fraudulentos e tem muita gente que até já desativou o Instagram
Após a suspensão das bolsas, o Ministério Público de Goiás (MPGO) solicitou uma apuração rigorosa das irregularidades no programa.
As listas de beneficiários entregues pela gestão Márcio Corrêa (PL) estão sendo analisadas para identificar fraudes, e muitos suspeitos já desativaram suas redes sociais na tentativa de evitar rastreamento.
O Programa GraduAção, criado na gestão Roberto Naves (Republicanos) com o pretexto de oferecer bolsas de estudo a estudantes carentes, tornou-se alvo de investigação após a descoberta de diversas fraudes em declarações de renda.
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Alunos com condições financeiras favoráveis receberam indevidamente bolsas integrais, desviando recursos públicos que deveriam beneficiar quem realmente precisa.
O pedido do MPGO, que deve ser aceito pela Justiça, pode levar a ações judiciais contra os envolvidos, além da cobrança da devolução dos valores fraudados — parte dos R$ 17 milhões gastos pelo programa.
Enquanto as investigações avançam, a Prefeitura trabalha para recuperar os recursos desviados e garantir que os responsáveis sejam penalizados.
A expectativa é que, em breve, medidas inéditas e que surpreenderão a cidade sejam tomadas para responsabilizar todos os envolvidos no escândalo.
SESI, Senai e FIEG fortalecem domínio industrial no DAIA
O Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) anunciam nova unidade no Distrito Agroindustrial de Goiás (DAIA), consolidando um hub estratégico para saúde ocupacional e capacitação técnica. A sede, vizinha ao antigo Baby Mania, abrigará também a regional da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG).
O movimento promete esvaziar o fluxo de clínicas do Centro, especializadas em exames admissionais, agora deslocadas pela praticidade do novo polo. Previsão de inauguração: dezembro de 2024.
Advogado vence batalha judicial contra deputada Silvye Alves
Alan Araújo Dias, defensor do policial Lucas Bandeira e alvo de ataques de influencers como Cleitin Mil Graus e Jordane Mota, obtém liminar para remoção de publicação da deputada federal Silvye Alves (UB).
A ordem judicial, que já silenciou os digital creators, agora atinge o legislativo – um recado claro sobre os limites da exposição pública.
Acreúna: Prefeito sobrevive a cassação em CPI de R$ 22 milhões
Claudiomar Portugal (PP), prefeito de Acreúna, escapa da cassação após denúncias de nepotismo e sobrepreço em contratos médicos terceirizados – incluindo empresa ligada à sua nora. A Câmara Municipal rejeitou o pedido, mas a sombra da irregularidade persiste. Claudiomar alega “perseguição política”, enquanto a oposição promete novos capítulos.
iFood resiste à invasão chinesa em Goiânia
A chegada da 99 Food (subsidiária da chinesa Meituan) não abalou o reinado do iFood na capital goiana. Dados de julho mostram 31% de crescimento na plataforma brasileira, com destaque para a classe C.
A rival oriental, que desembarcou em São Paulo em agosto, ainda não replicou o sucesso asiático no cerrado – mas a guerra de descontos está só começando.
MPGO investiga postos por gasolina fora do padrão
O Ministério Público de Goiás (MPGO) apura se a Vibra Energia (ex-BR Distribuidora) comercializou gasolina comum em desacordo com normas da ANP.
O inquérito civil pode expor falhas na fiscalização de combustíveis, um risco inflacionário disfarçado no tanque do consumidor.
Prefeitos de Rio Verde e Anápolis “trocam experiências”
O prefeito Wellington Carrijo (MDB) encontrou-se com Márcio Corrêa (PL) em Anápolis para discutir “modelos de sucesso” – em um diálogo que mistura gestão pública e nuances partidárias.
Corrêa, ex-aliado do MDB, elogiou o colega: “Jovem, talentoso, está dando show”.
Wellington estendeu a agenda a Trindade e ao deputado Pedro Chaves (PSD) em Brasília, tecendo redes além do mapa goiano.
Nota 10
Para delegada Aline Lopes, cuja investigação exemplar no caso da bebê de 3 meses morta pelo pai revela o que a Justiça deve ser: rigorosa e humana.
Nota Zero
Para a vereadora Thaís Souza (Republicanos). A conduta da parlamentar em relação à colega Seliane da SOS (MDB) sempre é baixa. Parece que Thaís até hoje não superou o fato da ex-chefe de gabinete do primeiro mandato dela ter se tornado vereadora no pleito seguinte. Deveria ouvir Marília Mendonça e seguir o conselho da saudosa cantora.







