Família de professor desaparecido em Anápolis espera DNA que pode esclarecer o caso
Aguardando o resultado desde o início de agosto, parentes de Daniel vivem entre a angústia e versões contraditórias sobre o desaparecimento
A família do professor de dança Daniel Santos, de 36 anos, conhecido como Fuscão, desaparecido desde 22 de julho, espera pelo resultado de um exame de DNA que pode esclarecer se um corpo encontrado carbonizado e amarrado na Rua Amazilino Lino é o dele.
O material genético foi coletado no início de agosto, mas até agora nenhum laudo oficial foi divulgado.
“A família está aflita e sem informações concretas. Tudo o que circula é especulação”, relatou um parente.
- Cliente de Goiânia consegue indenização de R$ 2,5 mil após não receber pneus comprados online
- Família de adolescente goiana desaparecida na França diz que ainda não teve acesso às câmeras de segurança
- Do Viaduto do Recanto do Sol ao Centro Municipal de Visão: veja o que foi entregue nos 119 anos de Anápolis
Enquanto isso, amigos apuram informações por conta própria. Uma amiga contou que um grupo esteve em pontos de tráfico da cidade e, ao mostrar a foto de Daniel, ouviu de usuários de drogas que ele seria a vítima da Amazilino Lino.
O caso, no entanto, ganhou novos contornos. No início, surgiu a hipótese de que o crime teria ligação com um suposto estupro, mas familiares e pessoas próximas ressaltam que Daniel era homossexual, o que coloca essa versão em dúvida.
Apesar das suspeitas sobre o corpo, também há relatos de pessoas que afirmam ter visto o professor recentemente em um supermercado no Centro da cidade, aumentando ainda mais as incertezas sobre o desaparecimento.
Siga o Portal 6 no Instagram: @portal6noticias e fique por dentro das últimas notícias de Anápolis!







