Setor de bares e restaurantes busca entendimento com a Postura de Anápolis

Empresários, músicos e poder público discutiram caminhos para adequação de estabelecimentos e maior transparência nas ações de fiscalização

Pedro Pedro Ribeiro -
Setor de bares e restaurantes busca entendimento com a Postura de Anápolis
(Foto: Reprodução)

Representantes do setor de bares e restaurantes de Anápolis participaram, na última quinta-feira (29), de uma reunião com integrantes do poder público e do Ministério Público de Goiás (MPGO) para discutir a fiscalização aplicada aos estabelecimentos de entretenimento no município.

O encontro teve como objetivo buscar um entendimento entre empresários, autoridades e representantes da classe artística diante da intensificação das ações de fiscalização promovidas na cidade.

Entre os principais pontos debatidos esteve a necessidade de garantir que os estabelecimentos consigam se adequar às exigências legais sem comprometer o funcionamento das atividades.

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Presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Anápolis, Luis Miguel Mendes defendeu maior equilíbrio entre fiscalização e viabilidade econômica para os empreendedores.

Segundo ele, o fortalecimento do setor de lazer também impacta diretamente no desenvolvimento econômico e na atração de investimentos para a cidade.

Como proposta, foi sugerida a criação de uma cartilha orientativa com informações sobre documentação, exigências legais e adequações necessárias para abertura e funcionamento regular de bares e restaurantes.

Representantes da classe artística também participaram da discussão e alertaram para os impactos da redução de espaços destinados a apresentações musicais na cidade.

Pelo Poder Público municipal, o secretário de Habitação e Planejamento Urbano de Anápolis, Thiago de Sá Lima, afirmou que é necessário melhorar a comunicação entre a Prefeitura e os setores afetados, além de ampliar a participação dos segmentos nas discussões relacionadas ao Plano Diretor.

Já o coronel Marcos Vinícius destacou que as fiscalizações seguem critérios legais e são realizadas, em grande parte, com base em denúncias, reforçando que interdições não ocorrem em uma primeira vistoria.

Ao final do encontro, houve consenso sobre a necessidade de ampliar o diálogo, estabelecer regras mais claras e criar mecanismos que facilitem a regularização dos empreendimentos.

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Pedro

Pedro Ribeiro

Jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás. Colabora com o Portal 6 desde 2022, atuando principalmente nas editorias de Comportamento, Utilidade Pública e temas que dialogam diretamente com o cotidiano da população.

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